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O "Acordo do Século" de Trump será revelado a Israel na próxima semana

 

O presidente Trump twittou sua intenção de revelar detalhes do tão esperado 'Acordo do Século' ao primeiro-ministro Netanyahu e seu oponente político, Benny Gantz, quando eles viajarem a Washington na próxima semana.

Antes, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, em reunião com Netanyahu na embaixada dos EUA em Jerusalém, estendeu o convite do presidente Trump a Netanyahu para ir à Casa Branca e 'discutir a perspectiva de paz na Terra Santa', acrescentando que o líder azul e branco Benny Gantz se juntará à reunião, como sugerido por Netanyahu

Como observou o vice-presidente Pence, a reunião com o presidente ocorre a pedido de Netanyahu. Os dois são amigos de longa data e aliados próximos. Pence acrescentou que ele convidou Gantz por sugestão de Netanyahu.

O plano de paz de Trump referido na mídia como "o acordo do século" é uma proposta de paz entre israelenses e palestinos, destinada a resolver o conflito. Em dezembro de 2017, o presidente palestino, Mahmoud Abbas, cortou laços com o governo Trump após o reconhecimento dos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel.

O governo Trump e cortou centenas de milhões de dólares em ajuda anual aos palestinos, citando a recusa da Autoridade Palestina de participar da iniciativa de paz do governo

As administrações anteriores basearam negociações nas pré-condições palestinas que incluíam uma capital em Jerusalém, limpando etnicamente a Judéia e a Samaria de todos os judeus e concedendo a cidadania israelense a todos os descendentes de refugiados palestinos.

No início desta semana, o correspondente do Canal 12 News, Amit Segal, relatou o que ele acredita que o acordo incluirá. Segal previu que, de acordo com o acordo, todos os assentamentos judeus na Judéia e Samaria permanecerão intocados.

Outros assentamentos serão conectados a Israel por estradas sob jurisdição israelense. Israel aplicaria soberania a cerca de 30% de toda a terra na Judéia e Samaria. Toda Jerusalém e seus locais sagrados permanecerão como parte da capital de Israel.

O vale do Jordão permanecerá sob jurisdição israelense e os palestinos não terão fronteiras com outros países além de Israel e Egito em Gaza. Os palestinos devem reconhecer Israel como um estado judeu.

Israel seria obrigado a reconhecer um estado árabe palestino nos 70% restantes da Judéia e da Samaria. A Autoridade Palestina receberá um território no Negev para compensar a terra que eles abandonam na Judéia e Samaria. Um estado palestino desmilitarizado será declarado se aceitar o plano e seus termos.

A Autoridade Palestina seria obrigada a aceitar quatro condições para receber o reconhecimento como Estado. Teria que reconhecer Israel como o Estado judeu, reconhecer Jerusalém como a capital do Estado de Israel, o Hamas deve se desarmar e Gaza deve ser desmilitarizada.

Muitos especialistas sugeriram que, mesmo que Trump ofereça condições que incluam o estabelecimento de um Estado palestino de etnia limpa, apenas árabe, dentro das fronteiras de Israel, a Autoridade Palestina rejeitará o acordo. De fato, o presidente da AP, Mahmoud Abbas, reagiu negativamente ao anúncio de que o plano deve ser revelado.

"Advertimos Israel e o governo americano contra a ultrapassagem das linhas vermelhas", disse Abbas em comunicado. "A posição palestina apóia o fim da ocupação israelense dos territórios palestinos cuja capital é Jerusalém Oriental". E acrescentou: "a autoridade tomará medidas para proteger seus direitos básicos".

Na quinta-feira, Abbas se encontrou com o presidente russo Vladimir Putin. Um dia antes, ele teve uam reunião com o presidente francês Emmanuel Macron em Ramallah e expressou esperança de que a França reconheça um estado palestino.

COMENTÁRIO: Continuaremos atentos a essa informação. As profecias bíblicas revelam que haverá um acordo, o qual, consequentemente, vai abrir as portas para que importantes cumprimentos proféticos ocorram no Oriente Médio...

FONTE: Breaking Israel News



 

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