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Trump e Netanyahu finalizam pacto para serem aliados militares em Gog e Magog

 

A Casa Branca anunciou que, na noite de domingo, o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, discutiram a ameaça comum do Irã.

A discussão ocorreu em um momento importante: precisamente antes de uma cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em Londres, na qual ambos os líderes participarão. Israel não é membro da OTAN, mas recebeu o status de Major Aliado não-OTAN em 1989.

O Debka File, um site de notícias sobre inteligência militar israelense em língua inglesa, informou que o diálogo entre Netanyahu e Trump era finalizar um pacto de cooperação militar cujos detalhes foram trabalhados durante reuniões entre generais dos EUA e de Israel nos últimos meses.

Se verdadeiro, esse pacto militar seria um marco. Embora os EUA ofereçam ajuda militar significativa a Israel e os dois países participem de manobras militares conjuntas, os dois países nunca cooperaram militarmente e não há pacto conhecido entre os dois países em que prometam se apoiar ativamente em um compromisso militar.

Trump questiona frequentemente a atual relevância dos acordos da OTAN, de 70 anos, e critica o papel desproporcional que os EUA devem assumir para monetizar o esforço destinado a combater a agora extinta União Soviética. O descontentamento presidencial levou outros membros da OTAN a se comprometerem a aumentar substancialmente seus gastos militares e compromissos de ativos militares com a aliança.

Mas o domínio europeu de Netanyahu se concentra inteiramente no apoio ao Irã. No domingo, Netanyahu divulgou um vídeo criticando os seis países (Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Noruega e Suécia) que aderiram ao mecanismo de troca da INSTEX, destinado a contornar as sanções dos EUA contra o comércio com o Irã, evitando o uso do dólar.

"Enquanto o regime iraniano está matando seu próprio povo, os países europeus correm para apoiar esse regime muito assassino", disse Netanyahu no vídeo.

Embora Gogue e Magogue tenham sido mencionados na Bíblia como indivíduos específicos, os Profetas, mais especificamente Ezequiel, os descreveram como líderes de muitas nações na batalha final pré-Messias contra Israel.

Netanyahu é frequentemente criticado por ter uma obsessão pelo Irã e, embora seu foco no Irã seja provavelmente baseado em considerações geopolíticas, a Bíblia identifica explicitamente o papel do Irã na Guerra de Gogue e Magogue contra Israel.

Essa aliança anti-Israel assumiu um novo membro na semana passada, quando o Irã anunciou que pela primeira vez realizará manobras militares conjuntas com a Rússia e a China. Os mongóis, um grupo étnico remanescente do Império Mongol, reside em regiões da Rússia, China e Coréia do Norte. Segundo alguns relatos, o povo mongol reivindica Magog como seu ancestral.

COMENTÁRIO: Prossegue a consolidação do cenário para o cumprimento das profecias de Ezequiel 38 e 39. Para mais detalhes, leia o artigo GOG E A INVASÃO DO EXTREMO NORTE.

FONTE: Breakin Israel News

 

 



 

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