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O MISTÉRIO DO ETERNO

 

 

 

 

"Na verdade, entre os perfeitos falamos sabedoria, não porém a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que estão sendo reduzidos a nada; mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, que esteve oculta, a qual Deus preordenou antes dos séculos para nossa glória" [ênfase minha] (I Co 2: 6-7).

Desde que me converti aprendi que a Igreja seria arrebatada antes do início da tribulação.

Quando estudei sobre isso no seminário, apesar de serem apresentadas 3 teorias, arrebatamento antes, no meio e no fim da tribulação, ficou bem claro que o seminário também concordava com a primeira opção.

Eu, como bom discípulo que sempre busquei ser, também me tornei um "pr?tribulacionista" e at?via uma certa coerência nas argumentações desta corrente teológica, apesar dela não responder a algumas dúvidas que creio terem sido respondidas somente agora, e não foi por nenhum homem ou seminário.

Mas este humilde estudo não ?sobre correntes teológicas, pois sei que, como eu, a maioria dos irmãos também deve conhec?las muito bem.

O que irei apresentar aqui ?algo que me ocorreu durante um simples devocional diário em que o Eterno falou comigo me mostrando uma outra forma de ver este tema do arrebatamento da Igreja.

"O anjo que vi em p?sobre o mar e sobre a terra levantou a mão direita ao céu, e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o qual criou o céu e o que nele h? e a terra e o que nela h? e o mar e o que nele h? que não haveria mais demora, mas que nos dias da voz do sétimo anjo, quando este estivesse para tocar a trombeta, se cumprirá o mistério de Deus, como anunciou aos seus servos, os profetas" [ênfase minha] (Apocalipse 10: 5-10).

Foi a partir desta passagem do Apocalipse que senti o toque do Espírito Santo sobre a questão do arrebatamento.

A primeira vista pode parecer que a passagem não fala sobre este assunto, no entanto apresentarei outras que confirmam aquilo que o Espírito me fez enxergar.

A pergunta óbvia que vem a mente ? "Qual ?esse mistério que se cumprir?quando o último anjo tocar sua trombeta?"

Esta foi exatamente a pergunta que me fiz ao ler esta passagem, e imediatamente o Espírito me fez lembrar de outras duas que respondem esta pergunta:

"Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos" (I Coríntios 15:51-52).

"Porque o Senhor mesmo descer?do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras" (I Tessalonicenses 4: 16-18).

J?vi estudos afirmando que a trombeta referida nas passagens acima não seria a sétima e última trombeta do Apocalipse; inclusive fiquei at?convencido de que as afirmações estavam corretas.

No entanto, ninguém havia me mostrado a passagem em Apocalipse que faz o elo entre a sétima trombeta e o arrebatamento, como acabei de mostrar.

Depois dessa conclusão que, para mim foi, no mínimo, conturbada, questionei ao Senhor Jesus sobre tudo o que me ensinaram.

Que a Igreja não passar? pela tribulação pois, como Jesus j?pagou pelos nossos pecados, então a ira do Criador não pode ser derramada sobre nós; lembrei-me também de outra passagem de apocalipse famosa entre os pr?tribulacionistas:

"Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Isto diz o que ?santo, o que ?verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras (eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar), que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.

Eis que farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não o são, mas mentem, eis que farei que venham, e adorem prostrados aos teus pés, e saibam que eu te amo.

Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr ?prova os que habitam sobre a terra" (Apocalipse 3: 7-10).

?questão fechada para mim, e para todos aqueles que têm um mínimo de conhecimento das Escrituras, que a Igreja não poder?pagar pelos pecados que j?foram julgados na cruz do calvário e que, conforme a passagem acima nos diz, o Salvador prometeu aos seus que os guardaria da hora da provação.

Então, como explicar a afirmação de que a Igreja s?ser?tirada ao toque da sétima trombeta? O próprio texto de Apocalipse responde a este questionamento no capítulo 11:

"E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinar?pelos séculos dos séculos.

E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seus tronos diante de Deus, prostraram-se sobre seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és, e que eras, porque tens tomado o teu grande poder, e começaste a reinar.

Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra" (Apocalipse 11: 15-18).

Essa passagem fecha a questão; pois em apenas 4 versículos vemos que após o toque da sétima trombeta ?que vir?a ira do Altíssimo através do julgamento dos mortos.

Vemos também que somente após o anjo tocar a trombeta serão distribuídos os galardões aos santos!

Isso joga por água abaixo a doutrina pr?tribulacionista que afirma que enquanto o mundo passa pela tribulação, durante os sete anos, os santos j?arrebatados estariam nas bodas do Cordeiro e recebendo os seus galardões no tribunal de Cristo.

Sendo assim, a aparente contradição que existiria se esvai, pois continua preservado o princípio de que os santos não beberão do cálice do furor da ira do Criador, uma vez que Nosso Salvador e Redentor j?o fez.

"E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e pondo-se de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua" (Lc 22: 41-42).


Em Cristo,



Claudio Giovane Rodrigues.

 


 

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