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14/11/16

 

Superlua: um simples acontecimento cósmico ou um sinal profético?

 

Nas últimas horas, milhões de pessoas em todo o mundo puderam presenciar e até mesmo registrar o fenômeno denominado "superlua".

Em astronomia, chama-se superlua ou superlua cheia a ocasião na qual a lua cheia se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra no percurso da sua órbita.

Isto ocorre devido à órbita lunar ser elíptica e o seu centro não coincidir com o centro da Terra. Nos referidos casos, por estar mais próxima da Terra, apresenta-se maior e mais brilhante que o normal.

Esse fenômeno acontece todos os anos e às vezes mais de uma vez no ano, a exemplo da superlua que tivemos em 16 de outubro de 2016.

No entanto, o que chama a atenção é que um fenômeno dessa magnitude não ocorria há exatos 68 anos. No dia 26 de janeiro de 1948, o mundo presenciou uma superlua de magnitude semelhante à atual.

Naquele mesmo ano, em 14 de maio de 1948, o presidente da Agência Judaica, David Ben-Gurion, proclamou em Tel Aviv o Estado de Israel, estabelecendo o primeiro Estado judeu em 2 mil anos. Um fato de fundamental importância profética.

Seria apenas uma coincidência ou há um significado profético nesse fenômeno cósmico? Diante de uma pergunta como esta, geralmente surgem duas posições bem diferentes e conflitantes.

De um lado, estão aqueles que ridicularizam essa associação e até mesmo afirmam que não há nenhum nexo entre Israel e a realidade profética da Igreja. Do outro lado, estão alguns que tentam afirmar que este ou aquele cumprimento profético ocorrerá apenas porque tivemos um sinal visível nos céus...

Porém, quando vamos às Escrituras, encontramos equilibrio. Vejamos o que o próprio Criador determina sobre os corpos celestes e, consequentemente, sobre a lua também:

"E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas" [Gênesis 1:14-16]

Logo no início das Escrituras, fica bastante claro que tanto o sol como a lua, além de seu objetivo de iluminar o planeta Terra e de estabelecer a divisão entre dia e noite, gerando assim a base para os diversos calendários, têm como propósito servir para indicar sinais e para estabelecer tempos determinados. Vejamos:

O termo hebraico usado para "sinais" é 'owth, o qual indica uma marca ou aviso visível. Já para o termo "tempos determinados” é usada a palavra mow'ed, que aponta para algo que ocorre ou ocorrerá num tempo específico [1].

Então, logo no começo da revelação, fica determinado pelo próprio Criador que o sol e a lua também têm a finalidade de mostrar ou avisar aos homens sobre tempos determinados e de mostrar sinais visíveis para todos.

Que estejamos atentos aos sinais. Uma superlua ocorreu no tempo da instauração de Israel como nação, em 1948. Outra superlua, com uma magnitude semelhante àquela, ocorreu nas últimas horas, em meio a um cenário profético muito importante.

Entre aqueles que ridicularizam o tema e aqueles que determinam datas e acontecimentos que estão exclusivamente sob a soberania do Pai, nós escolhemos seguir o ensino de Jesus, relacionado ao princípio de dores e aos sinais que estão ocorrendo:

"Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu" [Lucas 21:10-11]

 

Em Cristo,

Jesiel Rodrigues

 

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