English French German Italian Spain

 


 

[Recomendamos atualizar esta página utilizando o comando F5]

Compartilhe com outras pessoas

 

13/01/17

 

APOSTASIA OU ARREBATAMENTO: RESPOSTA A PERGUNTAS SOBRE II TESSALONICENSES 2

 

Há poucos dias, recebemos perguntas sobre a passagem de II Tessalonicenses 2:3 e também sobre a relação entre o Noivo [Jesus] e a noiva [Igreja]. Colocamos na seção DESTAQUE para que você possa analisar o assunto de forma mais detalhada. Nos próximos dias, incluiremos esse tópico em nossa seção "PERGUNTAS E RESPOSTAS"

 

Perguntas do leitor Daniel

Paz irmão Jesiel, tudo bem?

Hoje apareceu um post na minha conta do Facebook, do site Prophecy Watchers. Eu acompanhei todos os comentários em inglês, para ver se tinham alguns se posicionando como pós-tribulacionistas e defendendo essa interpretação, mas foram poucos.

Quando se manifestaram, o pastor responsável da Prophecy Watchers sempre respondia de uma forma muito convincente, fazendo com que todos os demais o apoiassem.

Num destes comentários, eu o vi mencionando que todos argumentos do pós--tribulacionismo não são válidos e que a passagem que mais "nos apegamos", a de II Tessalonicenses, não é válida, pois, segundo ele, houve uma "adulteração"...

Quando é dito que Jesus não virá sem que antes venha a apostasia e se manifeste o Anticristo, ele sustenta que, na verdade, a palavra apostasia foi um erro interpretativo do original grego, que o correto ali seria a palavra retirada, mas que isto se perdeu com o tempo, etc...

Então, a passagem correta seria: Jesus não virá sem que antes aconteça a retirada (arrebatamento) e se manifeste o anticristo...

Vi também outro argumento que é muito usado por ele e seus seguidores. Nenhum noivo espanca sua noiva e a faz sofrer por um tempo para depois se casar com ela...

Da mesma forma, Jesus não "espancaria" sua noiva através da ira de Deus e a deixaria sofrer para só depois disso vir buscá-la para o casamento (bodas)

Segundo eles, a perseguição que aconteceu e acontece com outros irmãos pelo mundo afora é algo normal e esperado, porque Jesus disse que seríamos perseguidos, mas a tribulação seria Deus derramando a sua ira e esta ira, caso fosse derramada sobre os cristãos, seria como se o noivo "espancasse" a noiva antes de vir buscá-la...

Gostaria que você comentasse sobre esses assuntos. Deus o abençoe e um forte abraço, Daniel.

 

Resposta Projeto Ômega


Daniel, Paz de Cristo!

Com relação ao assunto que você nos traz, sobre a passagem de II Tessalonicenses 2:3 e o termo "apostasia", cremos que é necessário fazer as seguintes considerações:

1. O uso do termo grego "apostasia" ocorre duas vezes no Novo Testamento. Além da passagem de II Tessalonicenses 2:3, encontramos o termo em Atos 21:21

"E já acerca de ti foram informados de que ensinas todos os judeus que estão entre os gentios a apartarem-se de Moisés, dizendo que não devem circuncidar seus filhos, nem andar segundo o costume da lei"

No contexto da passagem, os irmãos em Jerusalém, que estavam reunidos com Paulo na casa de Tiago, contavam a Paulo o que se comentava dele. Entre essas coisas, Paulo era acusado de fazer os gentios "apartarem-se de Moisés".

O sentido aqui, se formos coerentes com o contexto, é que comentava-se que Paulo estava ensinando aos gentios a que se desviassem ou apartassem da lei de Moisés.

Ou seja, o termo se aplica, segundo a lógica daqueles acusadores, a um ato de desobediência, a um desvio espiritual, relacionado à conduta das pessoas com relação a determinados ensinamentos.

Não se refere a um afastamento físico. De fato, nenhuma daquelas pessoas estava se "afastando" fisicamente de Moisés, por razões óbvias...

Acreditar na interpretação desse grupo que você menciona seria, de certa forma, acreditar no afastamento físico entre pessoas do século I e Moisés... Algo sem nenhuma lógica...

2. Cremos que as passagens bíblicas, sobre tudo as escatológicas, devem ser entendidas como um todo. Esse ensinamento de Paulo aos tessalonicenses (ensinamento que já havia sido oralmente ministrado por Paulo a eles anteriormente), está sujeito, entendemos, ao ensinamento de Jesus.

O Mestre, em Suas palavras proféticas, coloca dois eventos na sequência profética. Primeiro, o esfriamento do amor ágape por parte de muitos diante da multiplicação da iniquidade [Mateus 24:12] e, logo após, a abominação desoladora em Jerusalém [Mateus 24:15].

Cremos que é muito mais coerente, ao invés de desqualificar uma crença por causa da interpretação de uma palavra, entender o ensino de Paulo sob o prisma do ensino de Jesus.

O Senhor coloca dois eventos em sincronia: esfriamento espiritual e abominação desoladora em Jerusalém. Logo após, Ele descreve a grande tribulação e Sua vinda, com Seus escolhidos sendo ajuntados nos céus...

Paulo ensina que o nosso encontro com o Senhor não se dará antes da apostasia e a revelação do homem do pecado, o homem da perdição...

Então, o que é mais coerente? Acreditar que o ensino de Paulo obedece ao ensino do Mestre ou acreditar numa tradução opcional e forçada do termo "apostasia"?

Respeitamos os linguistas que possam interpretar o termo "apostasia" de II Tessalonicenses 3:2 como "retirada" física de um grupo de pessoas do planeta Terra...

Porém, tanto o contexto gramatical encontrado no Novo Testamento [o sentido de "apostasia" em Atos 21:21], como a coerência doutrinária entre Paulo e o Senhor Jesus, nos levam a crer que o termo "apostasia" em II Tessalonicenses 2:3 significa afastamento ou retirada da verdadeira fé e esfriamento espiritual do amor ágape por parte de muitos...

3. A passagem de II Tessalonicenses 2:1-3 não nos parece ser a principal base para o pós-tribulacionismo. Cremos que a principal base é o conjunto das revelações bíblicas.

4. Ainda com relação ao assunto "apostasia" de II Tessalonicenses 2:3, sugerimos um artigo em nosso site, o qual poderá trazer algum esclarecimento também.

5. Com relação ao argumento que o noivo não "espancaria" a noiva antes do encontro com ela, cremos que esqueceram de avisar isso a Paulo, Estevão, Tiago, Pedro e milhares de irmãos nossos, serrados ao meio, queimados vivos, crucificados, comidos por feras, etc.

A morte física de um cristão não significa "espancamento" por parte do Altíssimo. Estamos suscetíveis à morte natural, ou através de uma catástrofe, um acidente, um atentado, uma doença ou uma perseguição.

Deus não nos ama menos por isso e nem por isso deixamos de ser a Noiva de Cristo. O que diferencia a Noiva dos outros é a nossa esperança eterna. Na verdade, a promessa de salvação física para a Igreja está no âmago da glorificação corpórea e não numa preservação física antes disso.

O site mencionado por você usa esse argumento, que é até lógico do ponto de vista humano: um noivo não "espanca" sua noiva antes das bodas.

Mas existe uma grande diferença entre a lógica humana e a lógica divina. Qual o conceito de "espancamento" que essas pessoas têm em mente?

Nossa base doutrinária deve ser a lógica do Altíssimo e Ele revela que anúncio das bodas se dá já no final da grande tribulação, imediatamente antes da volta gloriosa de Jesus:

"Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou" [Apocalipse 19:7]

É só ler o contexto desse anúncio das bodas para ver que está inserido no final do período tribulacional.

Obviamente, o Altíssimo pode proteger fisicamente quem Ele desejar e cremos que Ele o fará no período tribulacional com alguns, dentro de Sua soberania. No entanto, não existe nenhuma promessa para a Igreja como um todo nesse aspecto.

A promessa, repetimos, é de glorificação corpórea para os que estiverem vivos no momento da volta gloriosa de Cristo e a ressurreição e glorificação para os que estiverem mortos. Isso ocorrerá ante a última trombeta [I Corintios 15:52]. Não estamos isentos de morrer e a morte pode chegar de forma mais "tranquila" ou mais "violenta".

Existe também uma diferença entre a ira "thumos" e a ira "orge". A ira tribulacional [thumos], descrita, por exemplo, em Apocalipse 15:1, não pode ser confundida com a ira "orge", a qual se manifestará apenas a partir da sétima trombeta e no Dia do Senhor [Apocalipse 11:18 e Apocalipse 6:12-17.

A ira orge se manifestará no momento relacionado à volta gloriosa e poderosa de Cristo e trará consequências eternas e permanentes sobre os ímpios.

Estamos livres dessa ira, como nos ensina Paulo em I Tessalonicenses 5:19. Sugerimos esse artigo em nosso site. Ficamos aqui a sua disposição! Que o Altíssimo continue te abençoando e fortalecendo!

Abs,

Jesiel

EDIÇÕES ANTERIORES

24/12/16

01/12/16

14/11/16

09/11/16

28/10/16

19/10/16

15/10/16

11/10/16

04/10/16

26/09/16

21/09/16

10/09/16

07/09/16

04/09/16

29/08/16

27/08/16

22/08/16

19/08/16

17/08/16

14/08/16

10/08/16

05/08/16

29/07/16

25/07/16

18/07/16

15/07/16

12/06/16

 

 


 

Saiba que o Altíssimo está no controle de tudo e de todos. Mesmo nos momentos mais difíceis, Ele estará conosco. A nossa salvação em Cristo é eterna. Nele, somos novas criaturas. Ele já venceu a morte. Ele é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na tribulação. Se você leu este artigo e ainda não tem a certeza da salvação eterna em Jesus, faça agora mesmo um compromisso com Ele! Convide-o para entrar em seu coração e mostrar-lhe a verdade que liberta. Veja porque você precisa ser regenerado e justificado, para viver a boa, perfeita e agradável vontade eterna do Criador e estar firme Nele diante de qualquer circunstância. Clique AQUI.

 

 

 


© Copyright Projeto Ômega – Todos os direitos reservados

Scarpe da donna Scarpe Scarpe Adidas adidas Scarpe Scarpe Scarpe hogan oakley nike air presto new balance nike air max adidas Scarpe nike free nike blazer