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COMENTÁRIO 12

 

 

 

Neste comentário, abordamos argumentações da visão preterista da 70ª semana de Daniel. Esse entendimento preterista, o qual é seguido por alguns, sustenta que as 70 semanas de Daniel devem ser consideradas numa sequência ininterrupta, começando com a saída da ordem para restaurar e edificar Jerusalém e finalizando poucos anos após a morte e ressurreição do Mestre.

Nosso entendimento sobre as 70 semanas de Daniel pode ser acompanhado no artigo AS SETENTA SEMANAS. Não buscamos que nossos argumentos sejam aceitos, mas apenas que nossos leitores tenham uma base para conhecer e comparar entendimentos sobre o tema.

Os argumentos que iremos abordar e responder neste comentário foram retirados de uma fonte na internet. Esperamos que as argumentações e contra-argumentações possam auxiliar de alguma forma aos nossos leitores. As argumentações preteristas serão identificadas com as iniciais TP e as do Projeto Ômega com as inicias PO.

TP: A 70ª semana é de Cristo ou do anticristo?

PO: O artigo preterista traz esse título. Aparentemente, se levarmos em consideração o sentido desse título, crer no preterismo significa crer que Cristo é o personagem principal da 70ª semana e crer no futurismo da última semana [70ª], como um período de 7 anos que antecede a gloriosa volta do Messias, significa colocá-la nas mãos do anticristo.

No entanto, cremos que s revelação das 70 semanas, incluindo a última, não foi dada para ser atribuída a alguém. As 70 semanas narram fatos proféticos relacionados a Israel [Daniel 9:24].

É óbvio que o nosso Messias é e sempre será o personagem principal da revelação do Pai para a humanidade. Porém, o título do artigo preterista nos parece forçado. A 70ª semana narra eventos específicos relacionados ao povo de Israel.

TP: Em toda a bíblia só há um versículo que a teologia do anticristo usa para basear sua doutrina perversa de que ele fará um pacto com Israel e reinará durante 7 anos.

"E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador" [Daniel 9:27]

A profecia afirma tal coisa? Que o anticristo virá e fará um pacto com Israel?

PO: Deixando de lado os termos "teologia do anticristo" e "doutrina perversa", que nos parecem exagerados, vamos tentar argumentar no terreno das ideias.

O texto em questão é realmente de difícil interpretação. Por isso, consideramos as expressões "teologia do anticristo" ou "doutrina perversa", expessadas pelo artigo preterista, como exageradas, pois toda posição categórica e irredutível sobre essa passagem nos parece arriscada.

O melhor a fazer, cremos, é entender essa revelação dada a Daniel à luz do restante das revelações das Escrituras. Aqui cabe perguntar: A profecia afirma que o Messias firmaria ou confirmaria um pacto com muitos por uma semana [7 anos]?

Pelo que as Escrituras nos revelam, o pacto firmado pelo Messias, com Seu próprio sangue, é o Novo Pacto, o qual é eterno [Lucas 22:20]. Esse pacto foi simbolicamente celebrado diante de seus discípulos judeus e, logo após, pregado a todas as nações.

Logo, o artigo preterista se baseia em algo que não é revelado... Pois não há revelação de um pacto confirmado pelo Messias com muitos com uma duração de apenas 7 anos. As Escrituras revelam um novo pacto, eterno e perfeito.

Por outro lado, o próprio Daniel escreve que certo "rei" profanaria o santuário e a fortaleza, tiraria o sacrifício contínuo e estabeleceria a abominação desoladora [Daniel 11:31]. O futurismo dessa abominação desoladora é confirmado pelo próprio Messias em Mateus 24:15.

Quando é feita uma correlação entre Daniel 11:31 e Daniel 9:27, fica patente a semelhança. O sacrifício sendo retirado e uma abominação desoladora ou assolação vindo após. Com isso, não estamos afirmando categoricamente que um texto tem a ver com o outro, mas que tudo nos faz crer que sim.

TP: Aqui não se menciona nenhum anticristo nem que ele fará um pacto de 7 anos.

PO: Concordamos com o argumento preterista em parte. É óbvio que o texto não menciona o termo "anticristo", até porque esse termo é notadamente neo-testamentário. Porém, menciona sim um pacto ou a confirmação de um pacto com a duração de 7 anos.

Então, voltamos à questão anterior: Onde se encaixa, dentro do contexto da revelação do Pai através de Seu Filho, um pacto sendo firmado ou confirmado pelo Messias por apenas 7 anos?

O mais coerente, cremos, é associar o pacto dos 7 anos ao "príncipe que há de vir", cujo povo destruiria a cidade [Jerusalém] e o santuário [Templo].

TP: A "teologia do anticristo" diz que se contou até a 69ª semana e o relógio profético parou. Parou? Não existe lapso de tempo nessa profecia, isso é um absurdo!

PO: Desconhecemos qual possa ser essa "Teologia do anticristo" e não queremos ter nada a ver com ela, caso exista. A argumentação do artigo preterista se opõe a um lapso entre a 69ª semana e a 70ª semana, mas não diz por que... Porque o Criador, caso assim tenha planejado, não faria esse lapso?

Cremos firmemente que a relação profética do Altíssimo com Israel não findou em 34 ou 35 d.C, quando terminan as 70 semanas [de acordo com o entendimento preterista]. Entendemos que muitas profecias relacionadas a Israel ainda se cumprirão. Crer o contrário, é ir contra o que o próprio Messias estabelece várias vezes. Por exemplo, em Mateus 19:28

"E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel"

Ora, se a narrativa de Daniel, referente às 70 semanas, abrange até o fim dos tempos ["até a consumação"] e se essa revelação das 70 semanas se relaciona principalmente a Israel, então não pode estar relacionada apenas a fatos passados!

Não cremos que o Altíssimo deixou de agir com Israel e que se criou um "vácuo" entre as semanas 69 e 70. Cremos sim, que o Novo Pacto firmado pelo Messias, trouxe uma realidade que não foi plenamente revelada a Daniel naquele momento. Uma realidade que ia muito além de Israel e de Jerusalém. A realidade do Novo Pacto e da pregação das boas novas.

O ponto central para entender isso é o que nosso Salvador ensina. Ele afirma que o Evangelho do Reino [o novo pacto] seria pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim [Mateus 24:14].

Logo, o Mestre estabelece um fator que determina o tempo do fim, que é a pregação do Evangelho do Reino em todo o mundo, em testemunho a todas as nações. Não é um "vácuo", mas uma condição estabelecida dentro do plano de salvação do Criador.

Afirmar que as 70 semanas já se cumpriram no século I é retirar Israel do cumprimento final das profecias, o que nos parece incoerente com muitas revelações. O relógio profético do Eterno não parou... Continua andando...

TP: O texto diz que depois da 69ª semana o Messias seria cortado. Depois da 69ª semana não pode ser "na" ou "durante" a 69ª semana. Depois da 69ª semana só pode ser na 70ª semana.

PO: Também acreditamos que o Messias foi cortado [morto], após a 69ª semana. Em nosso artigo AS SETENTA SEMANAS, há um cálculo que mostra o sacrifício do Salvador ocorrendo 5 dias após o término da 69ª semana.

Embora esse cálculo não chame para si infalibilidade, mostra que o nosso Salvador foi crucificado logo após a 69ª semana. No entanto, o cálculo aponta para a crucificação ocorrendo 5 dias após o término da 69ª semana e não na metade da 70ª semana [3 anos e meio após o início da 70 semana].

TP: Se ele é tirado [morto] depois da 69ª semana, e depois de 69 é 70, é porque a 70ª semana diz respeito a ele.

PO: Cremos que todas as semanas dizem respeito ao nosso Messias, o Ungido, no sentido que Ele é o personagem central das Escrituras. No entanto, o próprio contexto da passagem deixa claro que o propósito da profecia é explicar eventos que ocorreriam a Israel.

O raciocínio preterista, do ponto de vista matemático, é irretocável aqui. Realmente, depois de 69 vem 70... No entanto, o âmago das revelações das 70 semanas são acontecimentos que ocorreriam e ocorrerão ao povo judeu. Isso é o que o texto afirma [Daniel 9:24].

TP: No texto hebraico encontramos o gabar, que significa "confirmar" ou "prevalecer" e nunca "fazer"

PO: Realmente, o termo "gabar" abre caminho para diversas traduções. Não apenas "confirmar" ou "prevalecer", mas também "tornar forte" ou "tornar notório" [1]. Não cremos que esse termo, por si só, deva servir como um fator determinante para apontar quem realmente é o personagem relacionado ao pacto em Daniel 9:27.

Mais uma vez, esse argumento preterista não suporta afirmações categóricas. O mais prudente é buscar a interpretação do contexto à luz do conjunto das profecias contidas em toda a Escritura.

TP: Se o texto afirmasse que o pacto seria feito por 7 anos e depois desfeito, seria uma grande contradição. Então, o pacto já não seria feito por 7 anos. O texto diz que o pacto seria confirmado [gabar] por uma semana [7 anos]

PO: Pactos firmados, confirmados ou tornados notórios por homens podem ser quebrados, não importa por quanto tempo seja a proposta inicial do pacto.

TP: Então o texto menciona um evento que ocorreria na metade da semana: Fará cessar o sacrificio e a oblação. Não há nenhum motivo para crer que o 2º evento é a ruína do 1º. Pelo contrário, o 2º evento é a causa do 1º.

PO: O preteristas da 70ª semana de Daniel sustentam que o sacrifício do Salvado ocorreu na metade da 70ª semana e que esse sacrifício trouxe o cessar dos sacrifícos e oblações referentes à lei.

Quando o texto de Daniel menciona o cessar do sacrifício e da oblação, cremos que está referindo-se literalmente a isso. É essa literalidade que Daniel, como judeu, tinha em mente ao ouvir a revelação de Gabriel. Um evento relacionado a atividades do templo em Jerusalém.

Essa literalidade é confirmada pelo próprio Messias, ao referir-se a uma futura abominação desoladora que ocorreria em Jerusalém [Mateus 24:15].

Por outro lado, para que a afirmação preterista aqui faça sentido, então o sacrifício e a oblação deveriam ter cessado imediatamente no momento exato da crucificação, que os preteristas relacionam à metade da 70ª semana.

No entanto, é bem conhecido por todos, até mesmo pelos preteristas, que os sacrifícios e as oblações continuaram a ser realizados no templo em Jerusalém por ainda quase 4 décadas após a crucificação, pois o templo só foi destruído em 70 d.C...

Aqui fica patente o duplo padrão usado pelos preteristas, pois rejeitam um período de intervalo entre a 69ª e a 70ª semana, mas não tem problemas em afirmar que houve um intervalo entre a crucificação e o ano 70 d.C, para que o sacrifício e as oblações fossem cessados...

TP: O pacto de Cristo é eterno e não de 7 anos! O anjo Gabriel não disse que o pacto duraria 7 anos! O que ele disse é que o pacto seria confirmado e prevaleceria 7 anos com o povo judeu.

PO: Concordamos com a afirmação de que o pacto do Messias é eterno e não de 7 anos... Também, concordamos que Gabriel não disse que o pacto duraria 7 anos, mas sim que seria confirmado ou feito notório por esse período de tempo.

TP: Os tres primeiros anos e meio o pacto foi confirmado por Cristo... Os últimos tres anos e meio foi confirmado pelos apóstolos.

PO: Neste ponto, mais uma vez, o preterismo afirma o que não está escrito. O texto de Daniel diz que um personagem confirmará ou fará notório um pacto com muitos por uma semana [7 anos]. No entanto, não diz nada a respeito de outros personagens.

Por outro lado, o ministério dos apóstolos foi muito mais abrangente que 3 anos e meio. Finalmente, não há nenhuma restrição, nas instruções do Messias, para que eles permanecessem por exatos 3 anos e meio apenas pregando para os judeus...

O próprio Salvador os comissionou a levar a mensagem das boas novas a todas as nações [Mateus 28:20, Marcos 16:15]. Entregar uma mensagem a todas as nações, a toda criatura, não parece algo que possa ser relacionado apenas a uma profecia sobre Israel, como é o caso da profecia das 70 semanas.

Marcos, no final de seu relato, mostra o que fizeram os discípulos após a instrução final do Mestre:

"E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram..." [Marcos 16:20]

Se, anos antes, no início de Seu ministério, o Mestre tinha instruído Seus discípulos a pregarem apenas para Israel [Mateus 10:5-6], após Sua crucificação e ressurreição, a ordem foi a de pregar a toda criatura, sem acepção de nacionalidade.

É claro que, inicialmente, por barreiras culturais e geográficas, as boas novas começaram a ser pregadas entre judeus. Mas não há nenhuma instrução do nosso Salvador, nem relato histórico, que aponte para uma permanencia dos discípulos por exatos 3 anos e meio pregando apenas aos judeus e logo após, como se estivessem seguindo um roteiro, com um calendário em mãos, saíssem a pregar para os gentios.

TP: Depois da 70 semanas o tempo do privilégio de Israel tinha se esgotado [Atos 8:5]

PO: A forma preterista de interpretar a 70ª semana, coloca a morte de Estevão como marco final das 70 semanas. A partir daquele momento, sutentam, termina a profecia das 70 semanas e, consequentemente, o tempo do privilégio do Criador com Israel.

Aqui entramos num tema que é muito complexo. Os preteristas da 70ª semana, geralmente, aderem à doutrina da substituição, a qual defende, em termos gerais, a total substituição de Israel [como nação escolhida] pela Igreja [o Israel espiritual].

Em nosso artigo DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO abordamos um pouco essa temática, deixando claro que não cremos nessa substituição. Cremos que os planos, promessas e atuar do Criador em relação à nação escohida [Israel] não cessaram nem foram substituídos.

Paulo explica a atual realidade de Israel como nação, quando escreve aos romanos [gentios]:

"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" [Romanos 11:25]

Conseqüentemente, parte de Israel não foi endurecida e essa parte é formada pelos discípulos que se tornaram os primeiros cristãos e com os quais Jesus fez o pacto que abrange todas as épocas (Romanos 11:16-29).

A Palavra deixa claro que os gentios foram agraciados com as promessas que pertencem aos crentes judeus. Paulo escreve que os gentios são "participantes dos bens espirituais dos judeus" [Romanos 15:27].

Paulo, de forma alguma, sugere ou afirma que os gentios "assumiram" os bens espirituais que pertenciam aos judeus, substituindo-os de forma momentânea (dispensacionalismo tradicional) ou de forma permanente (doutrina da substituição). Escrevendo para uma igreja essencialmente de gentios em Éfeso, o apóstolo ensina, ao falar sobre o ministério do Salvador:

"E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito" [Efésios 2:16-17]

Note que o "vós que estáveis longe" usado por Paulo refere-se aos gentios, enquanto que "os que estavam perto" se refere à comunidade judaica, como fica patente ao ler o contexto (Efésios 2:11-17).

Paulo mostra que ambas as comunidades têm acesso ao Pai em um mesmo Espírito, mostrando como o plano do Altíssimo se concretiza. Em primeiro lugar, o endurecimento de parte de Israel propicia a extensão da salvação e das promessas aos gentios.

Em segundo lugar, a glorificação da Igreja está associada à conversão da nação israelense [Romanos 11:15], concordando com os acontecimentos que ocorrerão "quando a plenitude dos gentios haja entrado" [Romanos 11:25].

Existem numerosas promessas nas Escrituras que ainda se cumprirão sobre a nação escolhida [Israel]. Em nosso artigo DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO há uma abordagem mais detalhada.

É por essa razão que não cremos numa atuação do Criador com respeito a Israel apenas até a morte de Estevão nem cremos que as 70 semanas profetizadas sobre Israel "até a consumação" se refira apenas a fatos ocorridos até 34 ou 35 d.C.

TP: A Teologia do anticristo nega a obra de Cristo e afirma que nada disso se cumpriu. Tudo se cumpriu quando Cristo bradou "Está consumado"! [João 19:30]

PO: Como já dissemos, não seguimos a "teologia do anticristo". Na verdade, não buscamos seguir nenhuma teologia, mas um entendimento sincero das Escrituras.

A pergunta que surge, diante da afirmativa preterista neste ponto é: Porque relacionar a confirmação ou o ato de fazer o pacto de Daniel 9:27 ao anticristo nega a obra de Cristo?

Certamente, se o pacto do Salvador fosse um pacto de 7 anos ou confirmado por 7 anos, a afirmativa preterista faria sentido. Mas o pacto do Salvador, o único relatado nas Escrituras, selado com o Seu próprio Sangue, não pode ser restrito a 7 anos, nem para judeus, nem para gentios.

Quando o nosso Rei bradou "está consumado", realmente tudo se cumpriu. Esse cumprimento, no entanto, não está restrito a um determinado espaço de tempo nem a 70 semanas.

É um cumprimento no mundo espiritual que trouxe e trará consequencias sobre o mundo material. No caso específico da profecia das 70 semanas, trará consequências sobre o povo de Daniel [Israel] e sobre a santa cidade [Jerusalém]. Vejamos:

"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo" [Daniel 9:24]

Se formos coerentes com o texto, Gabriel, ao revelar essa profecia, está referindo-se ao povo judeu e também à cidade de Jerusalém. Aqui perguntamos: A transgressão cessou em Israel ou em Jerusalém até o ano 34 ou 35 d.C, com a morte de Estevão?

O próprio Ungido revela que a abominação desoladora, um verdadeiro clímax da transgressão e da iniquidade, ocorreria no futuro em Jerusalém [Mateus 24:15] e fica mais do que patente que ela não ocorreu em 34 ou 35 d.C.

A visão e a profecia foram seladas até 34 ou 35 d.C? Cremos que não, pois se assim alguém crê, deve rejeitar então parte do conteúdo profético do Novo Testamento, incluindo o livro de Apocalipse, revelado muito tempo após a morte de Estevão...

Então, não cremos que é correto relacionar o sacrifício de nosso Salvador a uma concretização total das profecias das 70 semanas até 34 ou 35 d.C.

Também, não cremos que seja historicamente coerente afirmar que as 70 semanas se cumpriram em 34 ou 35 d.C, quando o próprio texto aponta que o propósito dessas 70 semanas é fixar um período profético que culmina com a perfeição sobre Israel e Jerusalém, a qual só ocorrerá quando nosso Messias vier e reinar sobre todos, estabelecendo Seu trono em Jerusalém [Zacarias 14:4-9]... Esse dia está próximo...


[1] http://www.blueletterbible.org/lang/lexicon/lexicon.cfm?Strongs=H1396&t=KJV


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