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COMENTÁRIO 07

 

 

 

 

Nos últimos dias, navegando pela internet em busca de subsídios para o nosso site, nos deparamos com um texto que aborda questões escatológicas.

Lamentavelmente, o texto não traz o nome do autor, porém julgamos interessante analisá-lo na seção "COMENTÁRIOS", pois expressa várias premissas pré-tribulacionistas e cremos que será importante para nossos leitores a comparação das idéias do texto e as nossas.

O texto pré-tribulacionista que ora abordamos utiliza sistematicamente o "argumento do silêncio".

As intervenções retiradas do texto serão identificadas com as letras TP (Texto Pré-tribulacionista), enquanto que as nossas serão identificadas com as letras PO (Projeto Ômega). Boa leitura!

TP: A igreja não passará pela grande tribulação. A mensagem de Jesus em Mateus 24 é dirigida à igreja?

Ele, Jesus, disse aos seus discípulos, judeus que reconheceram Jesus como o Messias, nos versículos 4 e 5, para ficarem atentos para que ninguém os enganassem, porque viriam muitos falsos cristos e enganariam a muitos.

Pergunto se falsos cristos podem ser uma ameaça para a igreja... Dificilmente, um crente, por mais simples que seja, seria enganado por alguém que se faz passar por um cristo.

Agora, se um falso cristo não é uma ameaça para a igreja, então a quem o Senhor estaria advertindo contra os falsos cristos? No meu entendimento, ao Israel nacional, porque são eles que estão aguardando a qualquer momento a vinda de um messias, e serão em sua maioria vítimas de um grande enganador.

João 5:43: "Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; outro virá em seu próprio nome, a esse recebereis"

Veja que Jesus disse que viria outro em seu próprio nome e esse os judeus receberiam.

PO: O autor do texto pré-tribulacionista começa tentando desvincular a Igreja daquilo que foi dito pelo Senhor Jesus em Mateus 24.

Isso traz grandes incoerências, como insinuar que a passagem do mesmo sermão do Mestre que revela a perseguição contra Seus discípulos (Mateus 24:9-10) se aplique também apenas aos judeus. Sabemos muito bem que a Igreja foi perseguida (judeus e gentios) e não apenas os judeus que creram no Senhor.

A perseguição começou entre os judeus crentes, porém se expandiu a toda a Igreja. Ou insinuar que a passagem do mesmo sermão em que Cristo diz que ninguém sabe o dia e a hora de Sua vinda, tão utilizada pelos pré-tribulacionistas gentios, é uma mensagem apenas para os judeus...

Essas são apenas algumas contradições que surgem da tentativa de ficar "dividindo" aquilo que o Senhor ensinou em Mateus 24, como o faz o pré-tribulacionismo. Ou seja, quando convém ao modelo pré, uma passagem de Mateus 24 pode ser aplicada à Igreja.

Porém, quando uma passagem não se encaixa em seu modelo (o que ocorre com a maioria das passagens de Mateus 24!), então os pré-tribulacionistas se apressam a dizer: isso se refere aos judeus, não à Igreja!

Porém, além dessas contradições lógicas, o que nos parece mais grave é que essa postura pré-tribulacionista se coloca frontalmente contra aquilo que o próprio Senhor ordenou aos Seus discípulos (judeus), os mesmos que ouviram os ensinamentos e profecias de Mateus 24. Pouco antes de ascender, o Senhor disse:

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado..." (Mateus 28:20).

Todas as coisas quer dizer todas as coisas! Inclusive o sermão profético de Mateus 24. Não existe autoridade delegada ao homem para ficar descartando para a Igreja essa ou aquela parte do evangelho.

Para terminar esse ponto, destacamos a fragilidade do raciocínio do autor pré-tribulacionista. Seu raciocínio é o seguinte: Se o Messias alerta contra os falsos cristos, e os cristãos pertencentes à Igreja não podem ser enganados por esses falsos cristos, então essa passagem é uma advertência apenas aos judeus...

Será? Se respondermos sim, então teríamos que retirar de nossas Bíblias o versículo 26 do capítulo 2 da primeira epístola de João, escrito também para as igrejas gentílicas, o qual, após discorrer sobre os anticristos, diz "estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam" (I João 2:26).

Ou então teríamos que arrancar as páginas da Bíblia onde Paulo adverte a Timóteo contra os falsos profetas (II Timóteo 4:1-5). O autor do texto parece esquecer-se do nível de engano, sutileza e malignidade que haverá nos últimos tempos.

Raciocine conosco. Se atualmente muitos, inclusive em igrejas auto-denominadas "cristãs", estão seguindo ensinamentos errôneos e indo atrás de doutrinas contrárias à Palavra (apesar de atraentes), imagine o que ocorrerá quando a operação do erro começar...

O propósito do Senhor ao proferir o sermão profético de Mateus 24 é para que seus discípulos (inclusive nós), não fôssemos enganados em meio aos acontecimentos que viriam até a volta Dele.

Adotar uma postura presunçosa de dizer que pelo simples fato de sermos cristãos estamos isentos de todo engano, nos parece perigoso. A única forma de não ser enganado é conhecendo a Palavra e suas profecias e advertências. Não é descartando partes da Palavra, como o faz o modelo pré-tribulacionista.  

TP: No versículo 15, Jesus adverte a respeito de uma abominação desoladora no lugar predita pelo profeta Daniel.

Quem é a abominação desoladora, que lugar santo é este e que ameaça pode ser para a igreja, a ponto de ser advertida? Para o cristão não há um lugar rígido denominado de lugar santo.

Jesus disse à mulher samaritana que os verdadeiros adoradores adoram em espírito e em verdade, independente do lugar. Ainda disse que, onde estiverem dois ou três, ali ele estará. Mais tarde, Paulo registrou que Deus quer que os homens orem em todo lugar.

Onde estiverem os crentes reunidos em nome do Senhor, o lugar é santificado pela presença gloriosa do Senhor.

Já para os judeus, o lugar santo é um lugar específico no tabernáculo, lugar da atuação dos sacerdotes e Paulo em II Tessalonicenses 2:4 diz que aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração se assentará no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.

Entendo que a abominação desoladora mencionada por Jesus é aquela que Paulo disse que se opõe a Deus e que se assentará no santuário declarando ser Deus.

Este assentar no santuário será justamente no lugar santo mencionado por Jesus em Mateus 24:15, lembrado que atualmente o santuário não existe, pois foi destruído em setenta depois de Cristo pelas legiões romanas. Hoje, o que existe é o alicerce do antigo templo e sobre ele uma mesquita mulçumana.

Porém, no pacto que o anticristo fizer com os judeus, incluirá a reconstrução do antigo templo. Em Danel 9:27 é dito que na metade da futura semana de anos, que corresponde ao período da tribulação, o anticristo fará cessar os sacrifícios.

Ora, sabemos que os judeus sacrificam no templo e Jesus fala da futura profanação do templo pela abominação desoladora (Mateus 24:15). Paulo fala da violação do mesmo pelo homem do pecado filho da perdição (II Tessalonicenses 2:4).

Em Apocalipse, no capítulo 11, João faz menção ao santuário judaico. Logo, percebe-se que a advertência da abominação desoladora não é para a igreja, pois o lugar onde ministravam os sacerdotes e que será violado pelo anticristo no futuro é santo para os judeus e não para a igreja.

PO: Concordamos que a abominação desoladora ocorrerá em Jerusalém, no lugar santo do Templo. Porém, esse fato não determina, por si só, o arrebatamento da Igreja antes da tribulação. Não se pode basear uma doutrina naquilo que não está dito.

Esse é o típico argumento do silêncio, que pensa mais ou menos assim: se Jesus descreve a abominação desoladora como um fenômeno que ocorrerá em Jerusalém e insta os que estiverem ali naquele momento a fugirem, logo a Igreja não pode estar na Terra naquele momento...

Paulo ensina o contrário: o encontro do Salvador com o os Seus não se dará antes da revelação do anticristo (II Tessalonicenses 2:3). Tal revelação não é outra coisa senão a abominação desoladora, que marcará o início da grande tribulação.

É só ler o contexto e perceber que Paulo está referindo-se ao momento em que o filho da perdição se assentará "no templo de Deus" (II Tessalonicenses 2:4). Nosso encontro com Cristo não se dará antes disso.

Logo, a Igreja estará presente na Terra durante a abominação desoladora. Quando comparamos Palavra com Palavra, não se faz necessário usar nenhum "argumento do silêncio"...

Obedecendo ao ensino de Paulo, os servos do Eterno (gentios ou judeus), saberão identificar a abominação desoladora, o momento em que o anticristo exigirá ser adorado como um deus e imporá sua marca em todo o mundo. 

Então, o fato de abominação desoladora ocorrer em Israel não quer dizer que a Igreja não estará na Terra naquele momento. Israel é o epicentro profético do Altíssimo.

TP: No versículo 16, Jesus diz para os que estivem na Judéia fugirem para os montes. Pergunto: A Judéia está relacionada aos judeus ou à igreja? Já no verso 20, Jesus diz para orar, para a fuga não ser no inverno nem no sábado.

Mais uma vez pergunto: O sábado está relacionado a quem, aos judeus ou à igreja? Jesus diz para tomar cuidado para que a fuga não se dê no sábado, porque no sábado o espaço de locomoção para os judeus era limitado: "Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, que está perto de Jerusalém, à distância da jornada de um sábado" (Atos 1:12).

Também a advertência para que a fuga não se dê no inverno é porque na Palestina, durante o inverno, o frio é muito forte, fator que também dificulta uma fuga. Portanto, abominação desoladora, Judéia, sábado e inverno, são advertências para Israel e não para igreja.

PO: Neste ponto, o autor pré-tribulacionista sustenta que, ao referir-se a fenômenos que atingirão os judeus, a passagem deixa de fora a Igreja. Isso serviria como uma "prova" de que a Igreja não estará na Terra nesse período.

Em primeiro lugar, devemos considerar a estrutura do sermão profético do Senhor, que foi registrado por Mateus (todo o capítulo 24), e por Marcos e Lucas também.

Naquela ocasião, no Momento das Oliveiras e pouco antes de Sua crucificação, o Mestre se deteve para explicar pormenorizadamente aos Seus discípulos sobre os principais acontecimentos que se dariam até a Sua vinda.

O Messias segue uma linha cronológica e bem definida, que começa com a profecia da destruição do Templo e de Jerusalém (Mateus 24:2), até o momento maravilhoso de Sua vinda, logo após a grande tribulação (Mateus 24:29-31).

Nos versículos 15 a 20, o Salvador se detém para detalhar o que ocorrerá na abominação desoladora e quais serão suas conseqüências imediatas naquela região. Como já dissemos, a abominação desoladora, segundo cremos, ocorrerá em Jerusalém.

A partir daquele momento, que será a "revelação" do anticristo, o instante em que ele tirará sua máscara, começará a grande tribulação de 3 anos e meio. A grande tribulação, que será mundial (Mateus 24:21, Apocalipse 3:10), começará a partir de Jerusalém, com a perseguição à nação escolhida (Israel).

Porém, isso de forma alguma quer dizer que a grande tribulação e a perseguição da besta ficarão restritas ao Oriente Médio!

Usar a descrição de Jesus do que ocorrerá em Israel naquele dia como conseqüência da abominação desoladora para dizer que a Igreja não estará na Terra naquele período é totalmente insustentável à luz da Palavra, a qual mostra que o domínio e malignidade da besta, começando por Jerusalém, abrangerão todo o planeta. O próprio Senhor mostra o alcance global das conseqüências que trará aquele ato infame (Mateus 24:21-27).   

A exemplo do que ocorreu nos primórdios da Igreja, a perseguição começará em Jerusalém e se expandirá a todo o planeta, contra aqueles que se opuserem à autoridade da besta. Muitos cristãos morrerão e outros serão preservados sobrenaturalmente (Apocalipse 7:14, Apocalipse 14:13, Apocalipse 12:17, Apocalipse 3:10)

TP: A igreja foi gerada após a morte e ressurreição de Jesus. Em Mateus 16:18, Jesus usa o verbo "edificar" no futuro simples.

Se a igreja já existisse, o verbo deveria estar no passado como "edifiquei" ou se ele estivesse formando ela naquele momento o verbo deveria estar no presente "edifico".

Paulo disse que a igreja foi edificada sobre o fundamento dos "apóstolos", ministério do novo testamento, e dos profetas da nova aliança (Efésios 4:11).

Uma das principais características da igreja é que ela é constituída por uma unidade no Espírito Santo: "Pois em [um só Espírito] fomos todos nós batizados em um só corpo..." (I Coríntios 12:13), e isso só foi possível a partir do dia de pentecostes registrado em Atos 2, pois foi a partir deste dia que o Espírito foi derramado sobre toda carne (Atos 2:17).

Logo, Mateus 24 é advertência para os judeus do período da tribulação, e não para uma igreja que ainda não tinha sido formada até aquele momento.

PO: O argumento do autor neste ponto é que, se a Igreja ainda não havia sido instituída pelo Senhor, então os ensinamentos de Mateus 24 não se aplicam a ela...

Sinceramente, esse é um argumento tão incongruente que até mesmo um pré-tribulacionista mais atencioso o rejeitará.

Um argumento que beira a infantilidade. Se formos seguir a premissa levantada pelo autor, então teríamos, enquanto gentios pertencentes à Igreja, que ignorar todos os ensinamentos do Ungido anteriores à Sua ressurreição e atribuir esses ensinamentos aos judeus, pois até aquele momento a Igreja ainda não havia sido edificada. Sem comentários...

O autor coloca como base um texto que na realidade contradiz tudo o que ele sustenta. Se a Igreja é constituída como uma unidade no Espírito, como bem lembra o autor, com que autoridade alguém poderia dividir tal Corpo ou dizer que os judeus que crêem, creram ou crerão em Jesus como Messias não pertencem a esse Corpo?

TP: Quanto à grande multidão de todas as nações em Apocalipse 7 que vieram da grande tribulação, entendo que são mártires da grande tribulação.

Pessoas de todas as nações que reconheceram Jesus como Messias e foram mortas pela policia do anticristo. É dito que as suas almas vão para debaixo do altar de Deus.

Não fazem parte da igreja, pois a igreja neste período estará glorificada no céu. Esses mártires ressurgirão no final da tribulação para também reinarem com Cristo durante o Milênio.

PO: Enquanto mais o modelo pré-tribulacionista procura explicar a clara revelação de Apocalipse 7, texto que mostra mártires cristãos executados durante a grande tribulação e indo aos céus, mais se complica.

Em primeiro lugar, fica evidente a presunçosa tentativa de separar "mártires" e "Igreja", como se fossem dois organismos diferentes. No raciocínio pré-tribulacionista, a Igreja estará isenta da grande tribulação porque o Eterno não permitirá que Seus servos sejam perseguidos, torturados e mortos pela besta.

Os que ficarem para trás (os "deixados para trás") que conseguirem, através de sua própria força de vontade, opor-se ao sistema da besta, morrendo por isso, serão salvos e reinarão com Cristo por mil anos...

Vejam até que ponto chega a doutrina pré-tribulacionista... De acordo com o texto, os "mártires da tribulação" reconhecerão Jesus como Messias.

Porém, de acordo com o mesmo modelo pré-tribulacionista, o Espírito Santo não estará na Terra naqueles dias. Como pode um homem reconhecer que Jesus é o Messias, se isso não for gerado pelo Espírito Santo?

A Bíblia diz que os mártires saídos da grande tribulação irão para debaixo do altar do Altíssimo, ou seja, serão recebidos nos céus, pelo próprio Senhor. Porém, o pré-tribulacionismo diz que eles não pertencem à Igreja (!)...

A Bíblia diz que a glorificação da Igreja ocorrerá ao soar da última trombeta (I Coríntios 15:50-52, Mateus 24:31), mas o pré-tribulacionismo diz que ocorrerá antes da tribulação...

A Bíblia diz que os mortos durante a grande tribulação também farão parte da primeira ressurreição, mas o pré-tribulacionismo insiste em dizer que a glorificação (ressurreição dos mortos e transformação dos vivos) ocorrerá antes da tribulação...

Enquanto que, para nossos irmãos primitivos, era um privilégio e uma conseqüência natural serem perseguidos, torturados e mortos pelas autoridades imperiais romanas ou pelas autoridades religiosas da época, para o modelo pré-tribulacionista isso deve ser deixado para os cristãos de "segunda categoria" ou da "segunda divisão", quem nem sequer merecem pertencer à Igreja, sendo salvos por uma "via alternativa"...

Enquanto Pedro, Estevão, Paulo, Tiago, Policarpo e tantos outros morreram de forma violenta por pregarem a Palavra, o modelo pré-tribulacionista sustenta que tais sofrimentos não poderão incidir sobre os servos fiéis do Eterno dos últimos tempos, mas apenas nos "deixados para trás"...

Sinceramente, oramos para que o Santo Espírito mude essa mentalidade presunçosa, deturpada e comodista, imposta por um modelo que tem sido seguido por muitos, pessoas que, em sua grande maioria, não tem mostrado interesse em estudar a verdadeira sustentabilidade de tal sistema diante das Escrituras. 

Porém, o que mais nos preocupa neste ponto é o entendimento que o modelo pré-tribulacionista tem disseminado sobre o que é a Igreja. A Palavra do Altíssimo revela que a Igreja é um Corpo, cuja cabeça é Cristo (I Coríntios 12:13, Efésios 5:23).

Paulo menciona a interação necessária entre os vários membros desse Corpo e a necessidade de que todos os membros sejam honrados como parte integrante, pois cada função é necessária.

Não há nenhuma autoridade dada pelas Escrituras para que alguém divida esse Corpo. O modelo pré-tribulacionista tem feito isso nos dois últimos séculos, ao colocar em departamentos diferentes a Igreja (geralmente associada apenas aos gentios), os judeus e os "mártires da tribulação". Que embasamento bíblico consistente há para essa divisão? Nenhum.

Abraão, Davi, o ladrão da cruz, Paulo, judeus, gentios, gregos, aqueles irmãos que morrem por causa natural ou os que morreram ou morrerão vítimas da perseguição, todos fazem parte do Corpo. Em Cristo não há distinções ou acepções.

Todos são salvos pela graça do Pai no Filho, o Messias. Todos são ramos enxertados na oliveira, que é Cristo Jesus. Nos tópicos DISPENSACIONALISMO e DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO, há uma abordagem mais detalhada sobre o assunto.


PROJETO ÔMEGA


 


 

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