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COMENTĮRIO 05

 

 

 


Sem dúvidas, o sistema pré-tribulacionista é o mais aceito hoje pelas igrejas cristãs para entender como as profecias se concretizam no decorrer da história, principalmente no que diz respeito ao encontro da Igreja com o Senhor nos ares (arrebatamento).

Apesar de ser um ensino novo dentro da história da Igreja, o pré-tribulacionismo tem alcançado grande parte das denominações nos últimos 200 anos.

Filmes pré-tribulacionistas, como a badaladíssima série "Deixados Para Trás" e outras mega-produções cinematográficas, livros, cds, etc, geram uma contundente propagação dessa forma de entender as profecias no mundo inteiro.

Em todo o nosso site procuramos mostrar aos nossos leitores que o pré-tribulacionismo, ou seja, a crença no arrebatamento da Igreja anterior à tribulação, não fazia parte dos ensinamentos da Igreja Primitiva e só é um sistema teológico surgido há pouco mais de dois séculos (veja os tópicos A IGREJA E O ARREBATAMENTO e ESCATOLOGIA PRIMITIVA).

Tentamos em cada tópico de nosso site mostrar, com respaldo bíblico, porque cremos que o pós-tribulacionismo é a posição mais sensata para entender as profecias do fim.

Sem dúvidas, o ensinamento pré-tribulacionista é mais "agradável", isenta a Igreja de momentos difíceis, mas não fazia parte dos ensinamentos e da esperança dos primeiros cristãos.

Lançamos aqui um desafio: que alguém nos mostre ou envie algum escrito cristão dos primeiros líderes posteriores aos apóstolos, que defenda claramente o arrebatamento pré-tribulacional, um arrebatamento sem sinais prévios. Pelo menos um escrito!

O que temos visto é o contrário. Líderes pós-apostólicos que viveram até o século III, como Irineu, Cipriano, Hipólito, Justino, Papias, etc, deixam expresso em suas obras o entendimento reinante no seio da Igreja Primitiva, de que o nosso encontro com o Senhor Jesus se daria no momento de sua gloriosa vinda, logo após a grande tribulação.

Isso torna a questão muito séria, muito mais séria do que uma simples discussão teológica. É uma questão doutrinária, de ensino.

Se o ensino pré-tribulacionista, surgido no século XIX, não era o ensino da Igreja primitiva a respeito do arrebatamento, estamos diante de uma opção doutrinária que não constava na sã doutrina pregada pelo Senhor Jesus e pelos apóstolos! É algo deveras sério e deve ser considerado com muita atenção... 

Enquanto o Eterno permitir, continuaremos alertando nossos irmãos pré-tribulacionistas, usando a revelação bíblica para que eles tenham acesso ao que a grande mídia gospel não divulga e que, usando discernimento espiritual, possam perceber e entender o real significado das profecias.

Neste comentário, um pouco diferente dos outros deste tópico, faremos uma breve análise do conteúdo de uma palestra escatológica que chegou às nossas mãos. Estaremos abordando as premissas pré-tribulacionistas apresentadas pelo palestrante e respondendo a cada uma delas.

Essa palestra está sendo ministrada em várias igrejas e nela, de uma forma explícita, a crença pós-tribulacionista tem sido classificada, entre outros termos, como "confusão", "erro", e outros adjetivos semelhantes.

Vamos analisar as principais premissas dessa palestra passo a passo, para que você, discernindo espiritualmente, possa chegar a uma conclusão mais adequada e verdadeira, de acordo com a revelação bíblica.

Não pedimos para que você concorde conosco. Apenas pedimos para que você ore e peça direção ao Pai Eterno, aquele que nos conduz a toda verdade.

UM ASSUNTO URGENTE


Logo no início da palestra, é dito aos participantes que a vinda do Senhor Jesus e o arrebatamento da Igreja, assim como os demais assuntos escatológicos, devem ter um tratamento destacado dentro das pregações feitas nas igrejas, já que aproximadamente 1/3 das Escrituras se referem a temas proféticos.

Estamos plenamente de acordo com esse primeiro ponto! Louvamos ao Altíssimo por estar levantando a cada dia pessoas que estão colocando o estudo das profecias num lugar privilegiado dentro de suas vidas e igrejas.

Enquanto muitos ainda vão às igrejas correndo atrás de promessas paradisíacas para suas vidas neste mundo e de uma prosperidade financeira imediata, obedecendo ao convite de líderes cujo principal interesse é ver as igrejas cheias e usam o evangelho apenas como parte de seus ensinamentos e, mesmo assim, ensinam apenas parte do evangelho, a cada dia vemos surgir pessoas alertando sobre o cumprimento profético.

Isso é maravilhoso, sem importar a que corrente escatológica pertençam tais homens. O simples fato de mostrar aos irmãos e àqueles que não nasceram de novo, de uma forma equilibrada e desprovida de especulações, que grandes e assombrosos eventos se aproximam e que o mundo só terá plena paz e restauração através da gloriosa volta do Senhor Jesus e não de ações humanas ou da própria Igreja, é realmente salutar para a vida do cristão nesse início de século.

Em nossa opinião, o palestrante começou muito bem! 

DANIEL 12:1

Após o edificante início, o palestrante afirma que apenas Israel e as outras nações atravessarão a tribulação, colocando a Igreja fora desse contexto tribulacional. Para sustentar suas palavras, o palestrante cita a seguinte passagem bíblica:

"E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro" (Daniel 12:1)

Apesar de não ter feito uma explicação mais detalhada da aplicação desse versículo, o palestrante aparentemente tentou atrelar o fato de que Miguel se levantará a favor do povo de Israel durante a grande tribulação e que essa grande tribulação será um "tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo", à hipótese de apenas a nação israelense e não a Igreja atravessar o período tribulacional. 

Mas é isso que o texto afirma? O texto afirma que apenas a nação israelense e não a Igreja atravessará o período tribulacional? Cremos que não. Vejamos:

1. Apesar do texto referir-se a um período de angústia que a nação israelense passará, a grande tribulação, profetizada por Daniel e posteriormente citada pelo Mestre (Mateus 24:21), isso não determina a exclusão de outros participantes.

Não há nenhum precedente bíblico nem ensinamento que indique a remoção da Igreja para que o Senhor atue profeticamente com a nação israelense. A própria revelação apocalíptica mostra que tal aflição terá uma abrangencia mundial e não estará restrita a Israel (Apocalipse 3:10, Zacarias 13:8-9)

2. O Senhor Jesus, ao abordar o tema "grande tribulação", o coloca como um evento de proporções mundiais (Mateus 24:21), não somente pelo intenso sofrimento e aflição, mas também pelo grande engano que haverá.

O Mestre ensinou aos Seus discípulos (nossos primeiros irmãos, os precursores da Igreja), a estarem atentos ao engano dos falsos cristos e falsos profetas nesse período tribulacional (Mateus 24:23-26).

Ele ensinou a Seus discípulos a não serem enganados em meio à grande tribulação e a esperarem Sua volta gloriosa e visível, "como um relâmpago que sai do oriente e se mostra até o ocidente" (Mateus 24:27).

Conseqüentemente, a presença da Igreja na grande tribulação fica implícita no ensinamento de Cristo. Quando vamos novamente à revelação apocalíptica, observamos que, em plena grande tribulação, irmãos nossos chegam aos céus, vindos da grande tribulação (Apocalipse 7:14)

3. O próprio contexto de Daniel 12:1 nos mostra que a ressurreição para a vida eterna ocorrerá após a aflição relatada. Uma análise do contexto desprovida de preconceitos não permite dizer que essa ressurreição ocorrerá antes da aflição (tribulação), como crêem os pré-tribulacionistas. Veja a passagem que segue à descrição da grande aflição:

"E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno" (Daniel 12:2)

No original hebraico, o termo rab (muitos) segue imediatamente depois da seqüência do versículo 1, unindo cronologicamente os dois conceitos: primeiro a aflição e depois a ressurreição.

Se a ressurreição dos santos marca o próprio arrebatamento (I Coríntios 15:51-52), então, logicamente, o arrebatamento não poderia ocorrer antes da tribulação.

Fica patente que a passagem de Daniel 12:1 não pode ser usada para afirmar que apenas Israel e não a Igreja estará na Terra durante a tribulação.

Pelo contrário, a passagem de Daniel aponta para a ressurreição dos mortos como um acontecimento que ocorrerá após a tribulação.


HÁ SINAIS PARA O ARREBATAMENTO

Logo após, o palestrante afirma categoricamente: Não há sinais para o arrebatamento! Ele explica aos ouvintes que nenhum sinal específico precisa ocorrer antes do arrebatamento, tornando esse evento algo iminente, podendo ocorrer a qualquer momento.

Ele deixa claro que apenas para a volta do Senhor Jesus em glória, logo após a grande tribulação, haverá sinais prévios. De acordo com esse raciocínio mostrado pelo palestrante, é necessário que o arrebatamento ocorra num momento diferente da vinda em glória.

Geralmente, quando mencionamos o termo "iminência", as pessoas perguntam "o quê é isso"? É simples: iminente é uma coisa que pode ocorrer a qualquer momento, sem aviso ou sinal prévio.

Por exemplo, quando combinamos com alguém para nos ligar, mas não combinamos em que horário ou em que dia aquela pessoa ligará, então a ligação passa a ser iminente (pode ocorrer a qualquer momento).

A iminência é um dos pilares do pré-tribulacionismo. Como já foi abordado anteriormente, o arrebatamento, de acordo com o pré-tribulacionismo, ocorrerá sem nenhum sinal prévio. 

Mas é isso que a Palavra nos mostra? Vejamos o que Paulo ensina a respeito de nosso encontro com o Senhor, reconhecido pelos próprios pré-tribulacionistas como o arrebatamento:

"Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição" (II Tessalonicenses 2:1-3)

Enquanto o palestrante brada que "não há sinais para o arrebatamento", o apóstolo Paulo, ensinando aos tessalonicenses e alertando-os contra aqueles que estavam ensinando que o dia de Cristo já estava perto (iminente), declara de forma contundente que nosso encontro com o Senhor Jesus não se dará antes da apostasia e da manifestação do anticristo.

Para um bom entendedor, poucas palavras bastam! O apóstolo dá dois importantes sinais que antecederão nosso encontro com o Ungido (arrebatamento)!

Se você notar no contexto, Paulo explica pouco depois como se dará essa manifestação (um dos sinais apontados por ele):

"O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus" (II Tessalonicenses 2:4)

Vemos que o apóstolo aponta para o ato de o anticristo (homem do pecado), assentar-se como o Eterno, no templo do Eterno, "querendo parecer Deus". Se você comparar o ensino de Paulo com o ensino do Senhor Jesus, verá que o apóstolo estava seguindo à risca aquilo que já havia sido revelado pelo Senhor.

Em Mateus 24:12-15, o Mestre cita, entre outros sinais que antecederiam Sua volta, o esfriamento do amor ágape (apostasia) e a abominação desoladora em Jerusalém (a manifestação do anticristo assentando-se no templo de Deus, querendo parecer Deus).

Portanto, o que a Bíblia mostra, ao contrário do que é ensinado na palestra, é que haverá sinais que antecederão o arrebatamento!

O arrebatamento não ocorrerá "a qualquer momento", a menos que alguém esteja esperando um arrebatamento diferente daquele que era esperado por Paulo...

O que as Escrituras mostram, toda vez que é colocado um alerta para a surpresa da vinda do Senhor, é que o arrebatamento só será uma surpresa, como a chegada de um ladrão na noite, para aqueles que não estão perseverando em santidade e atentos aos sinais (I Tessalonicenses 5:4, Lucas 12:45-46, Mateus 24:48-51).

Mesmo em meio à grande tribulação e a todos os eventos horripilantes que ocorrerão nela, as pessoas que não estão espiritualmente vigilantes e esperando ao Senhor, em vez de arrepender-se, vão preferir ouvir o engano das bestas e serão surpreendidas pela vinda de Cristo, ou seja não perceberão a proximidade do arrebatamento e da vinda do Mestre (Apocalipse 9:21, Apocalipse 16:9).

Fica claro que, para que o arrebatamento seja algo inesperado e como a chegada abrupta de um ladrão à noite, não é necessário que ele ocorra sem sinais prévios. Afirmar isso é ir contra o ensino de Paulo e contra a revelação do Senhor.

Repetimos: mesmo em meio a sinais inequívocos e grandiosos, como a marca da besta, a abominação desoladora, fogo caindo do céu, demônios saindo do abismo, etc, grande parte da população mundial não perceberá nem entenderá tais sinais, preferindo acreditar no engano das bestas (Mateus 24:24, II Tessalonicenses 2:9-12).

Não se faz necessário encaixar um arrebatamento anterior à tribulação para entender porque o arrebatamento será como "um ladrão na noite". Nós, como cristãos, não esperamos um ladrão.

Esperamos o Rei dos reis, que nos deixou amorosamente todos os sinais que ocorrerão antes da Sua vinda (inclusive a grande tribulação), para que não fôssemos enganados...


A PLENITUDE DOS GENTIOS

Na seqüência da palestra, é afirmado que a plenitude dos gentios, mencionada pelo apóstolo Paulo, marca o fim do tratamento de Deus com os gentios e o começo do tratamento exclusivo com a nação israelense.

De acordo com o palestrante, a Igreja será arrebatada logo antes da tribulação, marcando a "plenitude dos gentios". O texto em questão é esse:

"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" (Romanos 11:25)

Diante do que é exposto pelo palestrante, vale fazer algumas considerações:

1. O próprio palestrante reconhece que apenas parte de Israel experimentou o endurecimento, já que o endurecimento veio "em parte" a Israel. A outra parte, a exemplo de Pedro, Paulo, Tiago e tantos outros judeus, experimentou a graça salvadora do Pai e é integrante da Igreja.

Ora, se Israel participa decisivamente da "plenitude dos gentios", através dos judeus convertidos nesta era, por que se faz necessário que a Igreja seja removida da Terra para que o Senhor atue com Israel? Por que o Senhor não poderia agir profeticamente com Israel na presença da Igreja?

2. Ao contrário do que o palestrante ensina, o quebrantamento da nação israelense só ocorrerá na parte final da grande tribulação e não desde o início.

O Espírito de graça e de súplicas será derramado sobre Israel no momento em que a nação escolhida estiver sob intenso cerco das forças do anticristo, o que só ocorrerá na parte final da grande tribulação. Veja o que revela o profeta Zacarias:

"Eis que eu farei de Jerusalém um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela todo o povo da terra...

Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito.

Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megido" (Zacarias 11:2-3 e 10-11)

Consequentemente, se o endurecimento veio em parte a Israel até que a plenitude dos gentios haja entrado, e se esse endurecimento só será quebrantado no fim da tribulação, então não há como relacionar a plenitude dos gentios a um arrebatamento pré-tribulacional e sim a um encontro da Igreja com o Seu Senhor logo após a grande tribulação, no momento de Sua gloriosa vinda.


A INEXISTÊNCIA DO ARREBATAMENTO

A exemplo do que é ensinado por outros pré-tribulacionistas, o palestrante sugere que o pós-tribulacionismo nega a existência do arrebatamento.

Tal sugestão não encontra base. O que o pós-tribulacionismo sustenta é que o arrebatamento ocorrerá ao mesmo tempo da vinda gloriosa do Senhor logo após a grande tribulação. Isso não é negar o arrebatamento.

O termo "arrebatamento", origina-se na palavra grega harpazo, que significa "tomar à força" ou "arrancar". É isso que esperamos por ocasião da gloriosa vinda do Senhor Jesus, logo após a grande tribulação.

Ele, no comando de miríades de anjos, nos arrebatará até os ares, onde nos encontraremos com Ele e, logo em seguida, desceremos à Terra para presenciar a vitória do Senhor sobre a besta.

Não é porque o pós-tribulacionismo defende o arrebatamento num momento diferente ao pré-tribulacionismo, que alguém possa insinuar que o pós-tribulacinismo nega o arrebatamento. 


O ARREBATAMENTO E O MISTÉRIO REVELADO A PAULO

No prosseguimento da palestra, é ensinado que o mistério do arrebatamento foi revelado a Paulo e que antes dessa revelação, o arrebatamento da Igreja nos ares não havia sido revelado a ninguém.

De certa forma, esse ensinamento pré-tribulacionista visa tirar a passagem de Mateus 24:31, onde o Senhor revela que ajuntará Seus escolhidos logo após a grande tribulação, de uma aplicação à Igreja.

De acordo com o pré-tribulacionismo, Mateus 24:29-31 se aplica exclusivamente a Israel. Mais adiante veremos isso.

Vamos à questão deste ponto. O palestrante usou a passagem de I Coríntios 15:51-52 para afirmar que, até aquele momento em que Paulo escrevia aos irmãos em Corinto, o arrebatamento da Igreja tinha permanecido um mistério e não havia sido revelado a ninguém. Vejamos a passagem mencionada pelo palestrante:

"Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados" (I Coríntios 15:51-52)

Leia atentamente a passagem. Qual é o mistério apontado por Paulo? O arrebatamento em si ou a forma como se dará nossa glorificação no momento do arrebatamento?

Quem ler a passagem desprovido de preconceitos, perceberá que o apóstolo recebeu a revelação do mistério que se refere à como e quando se dará a glorificação e não ao arrebatamento em si!

Até mesmo quando observamos o contexto, vemos que Paulo está ministrando sobre a incorruptibilidade do cristão e a vitória do Senhor Jesus sobre a morte.

No versículo seguinte à passagem abordada, o apóstolo expressa o porquê o mistério tinha sido revelado:

"Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade" (I Coríntios 15:53)

Até quando utilizamos a própria argumentação pré-tribulacionista, vemos grandes incongruências. Por exemplo, até mesmo para os pré-tribulacionistas, as passagens de I Tessalonicenses 4:16-17 e II Tessalonicenses 1:7-10 e 2:1-3 se referem ao arrebatamento da Igreja.

Pois bem. Paulo escreveu sua primeira carta aos coríntios no ano 56 d.C. aproximadamente. Porém, no ano 51 d.C. já havia escrito abundantemente sobre o arrebatamento (nosso encontro com Cristo, a ressurreição dos mortos, o arrebatamento, etc), nas duas cartas aos tessalonicenses!

Portanto, fica historicamente provado que o mistério ao qual Paulo se refere em I Coríntios 15:51-52 não é o arrebatamento em si e sim à glorificação corpórea dos salvos! O arrebatamento já havia sido ensinado por Paulo 5 anos antes.

Consequentemente, utilizar a passagem de I Coríntios 15:51-52 para ensinar que o arrebatamento da Igreja era um mistério até ser revelado a Paulo, nos parece um erro. O arrebatamento já havia sido revelado pelo Senhor Jesus em Seu sermão profético (Mateus 24:31).

Como esse encontro do Salvador com os escolhidos ocorre logo após a grande tribulação (Mateus 24:29), o pré-tribulacionismo tenta aplicá-lo apenas à nação israelense e não à Igreja.

Porém, a única passagem usada para pelo conferencista para argumentar que o arrebatamento da Igreja só foi revelado a Paulo, não menciona o arrebatamento em si e sim a glorificação dos salvos...

Aqui vale a pena chamar a atenção para algo importante. O pré-tribulacionismo procura fazer uma distinção entre a escatologia de Paulo e a do Senhor Jesus. Para eles, a escatologia de Paulo está dirigida à Igreja e a do Messias a Israel.

Essa é uma forma de tirar a Igreja da aplicabilidade de Mateus 24:29-31, quando o Senhor revela que se encontrará nos ares com os escolhidos, "logo após a tribulação daqueles dias" (a grande tribulação).

Para tal, fazem uso peculiar de vários conceitos, entre os quais o mistério revelado a Paulo. Uma outra interpretação pré-tribulacionista é afirmar que I Tessalonicenses 4:16-17 e Mateus 24:29-31 se referem a acontecimentos diferentes.

Porém, como veremos mais adiante, o apóstolo Paulo seguia fielmente os ensinamentos do Senhor Jesus no sermão profético exposto em Mateus 24. Dizer que I Tessalonicenses 4:16-17 e Mateus 24:29-31 se referem a eventos diferentes, apenas porque revelam detalhes diferentes, é como dizer que as narrativas que Mateus, Marcos, Lucas e João fazem da crucificação e ressurreição do Messias, se referem a eventos diferentes, só porque detalhes diferentes da crucificação e ressurreição são abordados nos quatro evangelhos!...


A NOIVA NÃO ESPERA O ANTICRISTO

Em certo momento, o palestrante diz que a Igreja não espera o anticristo e sim ao Senhor Jesus.

Concordamos plenamente! Porém, a bem-aventurada esperança na volta gloriosa do Salvador não nos exime de estarmos atentos às profecias bíblicas.

Se a observância e estudo dos sinais que precedem a manifestação do anticristo ou dos momentos que prenunciam a grande tribulação não fossem importantes, como insinua o palestrante, então deveríamos desconsiderar uma boa parte das profecias bíblicas, que nos alertam e revelam sinais preciosos para que possamos identificar quando tais acontecimentos ocorrerão.

Uma coisa não anula a outra. O fato de esperarmos com grande expectativa a gloriosa vinda do Senhor Jesus não anula o fato de que devemos estar preparados para perseverar na fé nos difíceis momentos que ocorrerão imediatamente antes dessa vinda.

É óbvio que, para quem não cogita passar por esses momentos, como nossos irmãos pré-tribulacionistas, o estudo dos sinais referentes à tribulação, manifestação da besta, etc, não faz muito sentido. Mas nós os estudamos por uma simples razão: tais ensinamentos e alertas estão na Palavra do Altíssimo!

O simples fato de encontrarmos nas Escrituras tantas profecias, exortações e avisos sobre aquilo que ocorrerá nos dias tribulacionais é mais um argumento fortíssimo para crer que a Igreja atravessará tais momentos. O próprio livro de Apocalipse nos ensina a estar atentos a todas as profecias inseridas nele:

"Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro" (Apocalipse 22:7)

O CHIP NÃO É O SINAL DA BESTA


Quase no final da palestra, é dito aos participantes que o chip não é a marca da besta e que muitos andam por aí "metendo medo" nas pessoas com várias especulações em torno desse tema.

Cremos que neste ponto o palestrante diz uma meia-verdade. Explicamos: se bem o chip neste momento não é a marca da besta, e que há um número grande de pessoas irresponsáveis semeando especulações a respeito dessas e outras profecias, cremos que o palestrante se esquece de dizer que a implantação paulatina de sistemas de controle e monitoramento vai alcançar seu clímax na grande tribulação, com o controle total financeiro (Apocalipse 13:16-18).

Então, devemos estar atentos a todo esse processo de condicionamento no dia a dia. Basta observar a nossa volta. A cada dia que passa, mais controle e monitoramento há sobre nós.

Se usamos a internet, a polícia pode rastrear o que fazemos. Se falarmos ao celular, a operadora pode determinar onde estamos com um certo grau de exatidão.

Se usarmos um cartão de crédito, é possível localizar imediatamente onde ele está sendo usado. Isso sem falar de escutas de telefones, controle via satélite, câmeras, etc.

Vemos que, paulatinamente, as pessoas vão sendo induzidas a aceitar meios de controle cada vez mais profundos. O microchip se mostra como a próxima tecnologia de controle, identificação pessoal e monitoramento, podendo ser apresentada às pessoas como a grande solução para tantos males, como o terrorismo, a violência, a corrupção, etc. 

Então, mesmo não sendo a marca da besta, o microchip instalado no corpo pode ser uma poderosa arma nas mãos daqueles que já estão trabalhando para a instalação do sistema da besta por 2 motivos:

1. Faz parte de um processo paulatino de condicionamento global. Em troca de "paz e segurança", as pessoas estão cada vez mais abertas a aceitarem meios de controle como o chip subcutâneo.

Quem num futuro próximo aceitar um chip subcutâneo, mesmo não sendo a marca da besta, estará mais propenso a aceitar de bom grado a marca da besta. Tudo faz parte de um condicionamento gradual e paulatino.

2. Já que estamos lidando com pessoas malignas que já estão trabalhando em vários governos mundiais para a instalação do governo da besta, não devemos dormir diante do engano que vem dessas pessoas, mesmo antes que o anticristo se manifeste publicamente.

O que nos garante que, mesmo não sendo a marca da besta, um microchip que fosse instalado nas pessoas daqui há 2, 3 ou 4 anos, por exemplo, não tivesse um sistema oculto que permitisse, via satélite, a localização imediata de qualquer pessoa, onde quer que ela esteja?

Será que devemos confiar cegamente naquilo que nos é dito por aqueles que exercem o poder político no mundo?

Até mesmo para um pré-tribulacionista, que crê no arrebatamento antes da tribulação, o fato de ter um elemento em seu corpo que permita seu rastreamento imediato, deveria ser motivo de alerta, já que a perseguição à Igreja pode começar, em alguns países, antes mesmo da tribulação.

Para um pós-tribulacionista, que acredita no arrebatamento logo após a grande tribulação, o fato de instalar um microchip no corpo e poder ser rastreado em qualquer lugar do planeta deve ser rejeitado, sob pena de tornar-se um alvo fácil para o sistema da besta.

Como acreditamos que a Igreja será arrebatada logo após a grande tribulação, fica aqui o nosso alerta... Devemos rejeitar qualquer sistema de controle e identificação que permita nosso rastreamento imediato e devemos estar atentos contra possíveis ciladas escondidas nesses sistemas. Este é o real perigo de colocar um microchip no corpo.

Em resumo, cremos que nenhuma tecnologia atual pode ser considerada a marca da besta. Quem disser que essa ou aquela tecnologia é a marca, está sendo precipitado. O chip em si não é marca da besta.

A marca do anticristo será implantada no começo da grande tribulação de 3 anos e meio e virá acompanhada de uma adoração mundial à besta. Pode ser usada uma tecnologia atual ou uma mais avançada.

Até aí concordamos com o palestrante. Porém discordamos quando ele esquece de avisar que o chip pode ser a tecnologia usada pela besta no futuro e que a sua implantação no presente traz grandes riscos para todos, principalmente para os servos do Altíssimo, pelas razões que já comentamos nos dois pontos acima.

OS ESCOLHIDOS DE MATEUS 24

Um dos assuntos finais abordados na palestra é o referente aos "escolhidos" de Mateus 24. Nesse capítulo, o Senhor Jesus, ao ministrar o sermão profético, ensina que durante a grande tribulação os escolhidos serão alvo de uma tentativa de engano nunca antes vista e que a grande tribulação seria abreviada em função desses escolhidos.

Versículos depois, o Mestre diz que logo após a grande tribulação, esses mesmos escolhidos serão ajuntados desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus (Mateus 24:22-31).

É mais do que óbvio que esses escolhidos estarão na Terra durante a grande tribulação e que se encontrarão com Cristo logo após a mesma. Para o pré-tribulacionismo, esses escolhidos são o povo de Israel e não a Igreja.

Caso contrário, teriam que admitir que a Igreja estará na Terra durante a grande tribulação e que o arrebatamento ocorrerá logo após esse período.

O palestrante segue essa linha de raciocínio e relaciona os "escolhidos" apenas à nação israelense. Porém, é isso que o Senhor Jesus nos ensina? Vejamos:

1. Para sustentar que o termo "escolhidos" em Mateus 24:22-31 se refere apenas à nação israelense, o pré-tribulacionismo teria que apresentar algum indício bíblico que nos levasse a crer nisso.

Pelo contrário, as vezes em que o Senhor usou o termo "escolhidos" o fez em relação aos Seus discípulos, os quais foram os primeiros cristãos, nossos irmãos, ou seja, os patriarcas da Igreja. Veja:

"E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer, dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem.

Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. 

Disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?" (Lucas 18:1-8)

"Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda" (João 15:16)

2. Pouco antes de subir aos céus, o Senhor deixa uma ordenança aos Seus discípulos (os "escolhidos"). Veja:

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém" (Mateus 28:20)

Ora, se o próprio Senhor não diferenciou que parte havia de ser ensinada aos gentios e que parte aos judeus, colocando todas as nações como alvo de "todas as coisas que eu vos tenho mandado", então nos parece muito perigoso ficar separando aquilo que o Mestre ensinou, dizendo que isso é para os gentios, e aquilo é para os judeus.

É o que o pré-tribulacionismo faz. Quando convém, o sermão profético se aplica à Igreja, mas quando algumas coisas não se encaixam, como a questão dos escolhidos, os quais atravessarão a grande tribulação, então é aplicado apenas para Israel...Não é isso que o Senhor Jesus determina em Mateus 28:20.

Ele ordenou que tudo aquilo que havia sido ensinado por Ele aos discípulos, fosse ensinado também por estes a todas as nações. Nesse "tudo", entra também o sermão profético ministrado pelo Mestre poucos dias antes da crucificação.

Nesse sermão, que serviu de base para a compreensão escatológica da Igreja primitiva, só há uma vinda relacionada pelo Senhor: logo após a grande tribulação.

Nela, os escolhidos serão ajuntados nos céus pelos anjos e se encontrarão com o Ungido nos ares. Analise as seguintes passagens e veja como elas se referem a um só evento e não a dois eventos separados, como ensina o pré-tribulacionismo:

1. Na parábola do joio e do trigo, a separação é feita pelos anjos sob ordens específicas do Senhor e ocorre no fim do mundo.

A conseqüência para o joio não é a tribulação e sim a perdição eterna (fornalha de fogo). Tudo isso aponta para a vinda de Cristo em glória, logo após a grande tribulação:

"Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.

E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.

Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.

E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça" (Mateus 13:36-43)

2. Agora compare esse ensinamento do Salvador, sobre a separação do joio e do trigo, com a Sua narrativa sobre o arrebatamento:

"E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas.

Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.

E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus" (Mateus 24:29-31)

3. Veja a sujeição mostrada por Paulo aos ensinamentos do Senhor Jesus. Paulo não ensina um encontro de Cristo com Seus escolhidos diferente ao ensinado pelo Mestre, como afirma o pré-tribulacionismo.

Compare os detalhes de Mateus 24:29-31 com I Tessalonicenses 4:16-17, e você perceberá que tanto o Senhor quanto Paulo estão se referindo ao mesmo evento, mostrando diferentes detalhes do mesmo:

"Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor" (I Tessalonicenses 4:16-17)

Ou seja, são passagens que falam do Senhor descendo com Seus anjos e arcanjos, ao forte som de trombeta e narram o encontro de pessoas nos ares com o Senhor. É necessária muita força de vontade para acreditar que as duas passagens se referem a eventos distintos...

Cremos que o apóstolo Paulo ensina aos irmãos em Tessalônica aquilo que já havia sido ensinado pelo Salvador (Mateus 24:20-31) e que já havia sido ordenado pelo Senhor para que fosse ensinado a todas as nações (Mateus 28:19-20).

4. Para terminar, veja o cenário no qual nossos irmãos primitivos esperavam ser arrebatados e o que eles esperavam logo após esse acontecimento:

"E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo;

Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder, quando vier para ser glorificado nos seus santos, e para se fazer admirável naquele dia em todos os que crêem..." (II Tessalonicenses 2:7-10)

O apóstolo Paulo ensina aos irmãos a esperarem a volta do Messias para dar-lhes descanso da tribulação que eles estavam sofrendo (não uma vinda anterior à tribulação).

Uma vinda visível, "como labaredas de fogo" (não uma vinda oculta e invisível para o mundo). Uma vinda que resultaria no castigo imediato daqueles que não obedecem ao evangelho, os quais padecerão eterna perdição (não uma vinda que deflagre 7 anos de tribulação).

Esperamos que este comentário sirva para trazer alguns elementos edificantes para a consideração e estudo de nossos leitores.

Que o Eterno Pai continue nos abençoando e preparando para saber discernir da forma certa e no momento certo sobre as questões referentes ao final dos tempos.

Em Cristo,

PROJETO ÔMEGA


 

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