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COMENTÁRIO 04 


 

 

 


Neste comentário abordamos um estudo publicado pelo pastor norte-americano Dave Hunt, o qual aponta a aparente contradição entre a visão pós-tribulacionista e o fato Dele declarar que ninguém sabia o dia e a hora de Sua vinda, ou que os discípulos deveriam vigiar para não serem pegos de surpresa ou, até mesmo, que Ele viria num tempo em que os discípulos não esperassem...

Esse é um questionamento que temos recebido várias vezes de nossos leitores e dos pré-tribulacionistas em geral.

Será que uma vinda precedida por sinais claríssimos se opõe necessariamente ao fato do Senhor vir como um ladrão na noite, num dia e numa hora em que ninguém sabia ou num tempo inesperado? Será que isso justifica a crença numa vinda pré-tribulacional? Neste comentário procuramos responder essas questões.

As intervenções do pastor Dave Hunt serão identificadas com a palavra HUNT. As intervenções do Projeto Ômega serão identificadas com as iniciais PO.

Pedimos que você analise as colocações com discernimento e oração. Que o Espírito do Altíssimo nos conduza a toda verdade e que tudo aquilo que se opõe à sã doutrina, seguida por nossos irmãos primitivos, seja rejeitado.

HUNT: Que contradições são essas! Será possível? Por um lado, Cristo disse que sua vinda virá imediatamente após sinais múltiplos e incomuns espalhados pelo globo: guerras, pestes, fome, terremotos, um tempo de dificuldade (a grande tribulação), como o mundo jamais conheceu ou conhecerá novamente.

Haverá ocorrências sobrenaturais no céu: o sol e a lua escurecidos e o sinal do filho do homem visível a todos.

Esses sinais serão visíveis a todas as pessoas na terra. Não haverá a menor dúvida na mente de qualquer um de que a vinda de Cristo está às portas. Ninguém será pego de surpresa. 

Por outro lado, Cristo não menos claramente afirma que sua vinda pegará a quase todos de surpresa. A contradição aqui não poderia ser mais óbvia.

PO: Realmente o texto de Dave Hunt aponta para questões importantes. No entanto, temos que discordar do raciocínio principal do mesmo que é o seguinte: se o Salvador fornece sinais detalhados que antecederão Sua gloriosa vinda, então deve haver uma vinda oculta para que as profecias relacionadas ao não conhecimento do dia e da hora, ou o fato Dele vir quando Seus discípulos não esperassem ou, até mesmo, a possibilidade de serem "pegos de surpresa" se encaixe também...

Em nosso entendimento não há necessidade alguma de inserir uma vinda que não é descrita na Palavra só para que essas "contradições" se encaixem.

Colocamos contradições entre aspas, porque entendemos que não há nenhuma contradição entre a vinda precedida por sinais e o fato de ninguém saber o dia e a hora, muitos não esperarem ou serem pegos de surpresa.

Humanamente, o raciocínio de Hunt é louvável. Porém biblicamente não. Se formos a Apocalipse 16:9, que descreve os momentos culminantes da grande tribulação, pouco antes do Armagedom e em meio a sinais e sofrimentos horripilantes, os homens (a maioria deles), em vez de arrepender-se e perceber a proximidade da gloriosa volta de Jesus, como Dave Hunt afirma em seu estudo, fazem o contrário!

Eles blasfemarão o nome do Altíssimo e continuarão seguindo o engano da besta! Só esse versículo explica a aparente "contradição" apontada por Dave Hunt.

Quando comparamos Escrituras com Escrituras não há contradição: a vinda do Senhor será única, visível e logo após a tribulação. Porém, quando deixamos a Palavra de lado, então o raciocínio humano procura "soluções" para que as profecias "encaixem" nesses raciocínios.

Então, quando Hunt diz que "não haverá a menor duvida na mente de qualquer um de que a vinda de Cristo está as portas" e "ninguém será pego se surpresa" (referindo-se à vinda logo após a grande tribulação relatada em Mateus 22:29-31), está opondo-se frontalmente à verdade bíblica.

Ninguém em sã consciência blasfemaria do Criador sabendo que o seu destino será a morte e o sofrimento eterno.

Se fosse assim, ninguém adoraria a besta e/ou a sua imagem durante a tribulação, já que são poucos os que não ouviram falar alguma vez em suas vidas de "anticristo", "besta", "666", "sinal da besta", etc, etc...

Nesse contexto incluímos também a Igreja, já que os constantes avisos referentes à vigilância se referem aos discípulos do Messias. A parábola das dez virgens é emblemática. Todas as virgens (sem exceção) cochilam e dormem, devido à demora na chegada do noivo.

Ao ler atentamente a parábola, percebemos que o noivo não chegou na hora em que elas cogitavam que ele chegaria. Ele chegou pouco depois e as encontrou dormindo. Apenas as que tinham azeite reservado para acender suas lâmpadas puderam participar das bodas.

Diante do gigantesco engano demoníaco que haverá na tribulação, vemos que quem "cochilar" e não tiver reservas espirituais para enfrentar esse período ficará fora das bodas. Quem receber o sinal da besta não terá chances de arrependimento (Apocalipse 14:10-13).

Fica aqui uma reflexão: se a posição pós-tribulacionista estiver certa, todos os irmãos pré-tribulacionistas saberão identificar o momento do sinal da besta ou será que muitos farão pouco caso dos riscos na adoção desse sistema de controle financeiro apenas porque ainda não ocorreu o esperado arrebatamento pré-tribulacional?

Isso nos leva à questão principal do sermão profético do Ungido: o alerta quanto ao engano satânico. Se você perceber, os sinais foram deixados pelo Senhor para que Seus discípulos não fossem enganados e Cristo começa o sermão com essa introdução (Mateus 24:4).

Ele sabia que, à medida que o tempo de Sua vinda se aproximasse, o engano e iniqüidade se multiplicariam, a ponto de fazer a maior parte da população mundial estar espiritualmente cega, mesmo nos momentos culminantes da grande tribulação e diante de sinais inequívocos de Sua vinda.

Também sabia que a apostasia contaminaria muitos grupos de discípulos, levando-os a cochilarem e dormirem diante do engano demoníaco e a não terem reservas espirituais para enfrentarem a escuridão tribulacional.

HUNT: Muito fácil de reconciliar, é a resposta que alguns dão. Apenas os crentes vão reparar os sinais.

Paulo não disse, "mas vos, irmãos não estais em trevas para que esse dia como um ladrão vos apanha de surpresa" (I Tessalonicenses 5.4)? aqueles que são espiritualmente cegos, porem, não reconhecerão os sinais, e serão os que vão ser pegos de surpresa.

Assim se faz o argumento, mas ele não confere com a palavra de Deus. Eventos cataclísmicos aterrorizarão o mundo.

PO: Notamos que o irmão Hunt tenta, talvez inconscientemente, negar a grande verdade ensinada pelo apóstolo Paulo aos tessalonicenses em I Tessalonicenses 5:2-5.

Sim! Aqueles que estiverem cegos, seguindo as promessas mirabolantes da besta de "paz e segurança", aqueles que estiverem sob a operação do erro (II Tessalonicenses 2:11), não perceberão, em meio à grande tribulação, a proximidade da vinda do Senhor Jesus e serão pegos de surpresa.

Isso já ficou claro na narrativa do Apocalipse que abordamos anteriormente e fica claro no ensino de Paulo, quando observamos em que contexto ele escreveu essa verdade.

Nem Paulo nem a igreja primitiva tinham noção alguma de uma vinda oculta anterior à tribulação. Todos os escritos dos primeiros líderes cristãos, que sucederam os apóstolos, apontam para a esperança numa única vinda: logo após a grande tribulação.

É só ler o cenário descrito por Paulo na segunda carta aos mesmos tessalonicenses (II Tessalonicenses 1:7-10), o qual descreve uma realidade tribulacional e o Senhor voltando com os anjos de Seu poder para tomar vingança dos que não conhecem ao Pai, os quais, como castigo, receberão a perdição eterna (não os cataclismos tribulacionais).

Porém, Hunt continua afirmando: "...a segunda vinda não pega ninguém de surpresa. Os eventos que levam ao retorno de Cristo ao Monte das Oliveiras são tão inigualáveis e universalmente calamitosos que o mundo inteiro saberá que chegou a hora do confronto profetizado, face a face, entre Cristo o anticristo..."

Não gostaríamos de estar na pele do Dave Hunt, pois ele nega aquilo que a Bíblia diz! A segunda vinda pegará a maioria de surpresa sim, mesmo depois de tantos e inequívocos sinais!

HUNT: Considere novamente os sinais de sua volta que Jesus enumera em Mateus 24. Depois leia a descrição aterrorizante da incrível devastação que vai ocorrer na terra; leia apenas o que é mencionado no cap 6 de Apocalipse.

Esqueça qualquer destruição impressionante descrita em qualquer outro lugar. Nesse estágio inicial da grande tribulação, um quarto da população da terra terá sido morta.

Isso é quase 1,5 bilhão de pessoas! Desastres naturais além da imaginação irão agredir esse planeta sitiado.

Chuvas catastróficas de meteoros cairão sobre a terra , acompanhados por terremotos gigantescos e erupções vulcânicas de tal magnitude que todos os montes e ilhas se moverão dos seus lugares.

Todas as pessoas do mundo perceberão que a ira de Deus está sendo derramada do céu. Líderes orgulhosos ficarão de tal modo aterrorizados que gritarão às montanhas e rochas que caiam sobre eles e os escondam do furor da ira de Deus (Apocalipse 6:15-17).

PO: O momento apontado por Hunt em que os homens se esconderão do furor da ira do Senhor será o momento imediatamente anterior à vinda gloriosa do Salvador.

Ao comparar Mateus 24:29, Joel 2:31 e Apocalipse 6:12-17, perceberemos que todos esses textos apontam para o Dia do Senhor, o qual será o dia de Sua gloriosa vinda. Isso ocorrerá, de acordo com o próprio Senhor, logo após a grande tribulação (Mateus 24:29), e não durante a grande tribulação.

Ou seja, ocorrerá nos dias ou horas imediatamente anteriores à vinda gloriosa de Jesus, logo após os 1260 dias ou 42 meses de poderio da besta.

Portanto, Dave Hunt faz uma confusão ao relacionar sinais pós-tribulacionais (sol e lua escurecendo, poderes dos céus sendo abalados, etc), com a realidade tribulacional em si, tudo isso no intuito de provar que é necessário inserir uma vinda sem avisos prévios. 

Mais uma vez, não há necessidade alguma de encaixar uma suposta vinda pré-tribulacional para explicar porque tais pessoas ficarão desesperadas diante dos sinais profetizados.

Os sinais em questão (sol e lua escurecendo, poderes dos céus sendo abalados, etc), repetimos, são aqueles que antecederão o volta gloriosa do Senhor e ocorrerão, de acordo com o próprio Senhor Jesus, logo após a grande tribulação.

Ou seja, a Palavra mostra que as mesmas pessoas que blasfemarão do Altíssimo e não se arrependerão durante a grande tribulação (Apocalipse 16:9), marchando contra Israel no Armagedom, seguindo fielmente as determinações malignas da besta e sendo enganadas por ela e pelo falso profeta, ficarão desesperadas e aflitas diante dos sinais que ocorrerão logo após a grande tribulação (Mateus 24:29, Joel 2:31 e Apocalipse 6:12-17).

É neste momento em que, ao verem a proximidade da gloriosa vinda do Senhor, ficarão em desespero. Isso só faz corroborar o ensinamento pós-tribulacional de Cristo! O Mestre disse que, quando víssemos todos os sinais, então Sua vinda estaria "próxima, às portas" (Mateus 24:33).

Os últimos sinais só se concretizarão imediatamente após a grande tribulação (Mateus 24:29), e só neste momento os ímpios "acordarão" do engano, porém será tarde demais, já que a ira do Senhor já estará sendo derramada sobre eles.

A Palavra continua explicando as aparentes contradições levantadas pelo pré-tribulacionismo! Entre raciocinar de acordo com os escritores pré-tribulacionistas e os escritores bíblicos, preferimos a última opção...

HUNT: Cristo nos adverte a vigiar por uma razão completamente diferente. Ele virá numa hora em que a humanidade, confiante e otimista - e uma igreja adormecida (Mateus 25.5) – menos o espera : "a hora e, que não cuidais, o filho do homem virá" (Mateus 24.44) não terá acontecimento sinal qualquer.

Para que esse seja o caso, os desastres mencionados acima ainda não poderão ter ocorrido, o julgamento de Deus é a ultima coisa que o mundo daquele dia esperará. Não haverá nenhum aviso prévio.

Será como a calmaria antes do furacão mas, nesse caso, não haverá a sensação de uma tempestade iminente. 

Jesus avisou que viria quando as condições fossem como aquelas antes do dilúvio: "comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos" ( Lucas 17.27).

PO: A passagem de Mateus 24:44 deve ser entendida de acordo com o seu contexto. Reflita conosco: faria sentido, logo após detalhar vários sinais que antecederiam a única vinda descrita por Ele, respondendo a uma indagação dos discípulos referente a Sua Vinda, inserir uma vinda oculta não descrita no sermão?

Em Mateus 24:33, o Senhor, implicitamente, afirma que Seus discípulos (seguidores) verão todos os sinais profetizados por Ele, inclusive os pré-tribulacionais (Mateus 24:4-14) tribulacionais (Mateus 24:15-25) e pós-tribulacionais (Mateus 24:29-30).

Em vez de apelar para a inserção de uma vinda secreta imediatamente antes da tribulação, como faz o pré-tribulacionismo, cremos que a forma mais sensata para entender Mateus 24:44, de acordo com seu contexto histórico e gramatical, é perceber que o Senhor referia-se ali àquela geração de discípulos e às cogitações pessoais de cada referentes ao cumprimento das profecias.

Cristo sabia perfeitamente bem que aqueles discípulos que atentamente ouviam as palavras do sermão profético, não viveriam os dias de Sua vinda. Momentos antes de ascender aos céus, os mesmos discípulos que tinham ouvido o sermão profético, perguntaram a Jesus se era naquele tempo que o reino de Israel seria restaurado...

Ao mesmo tempo, ao vermos a história da igreja primitiva, percebemos que ela acreditava que a volta do Senhor se daria já em seus dias, pois a realidade que vivenciou nos 3 primeiros séculos foi muito parecida à grande tribulação descrita pelo Mestre.

Nesse contexto, a exortação do Senhor Jesus a Seus discípulos se torna perfeitamente compreensível.

O Senhor lhes diz que a volta do Filho do homem seria num momento em que "não pensassem", instando-os ao não esmorecer diante da ardente tribulação e perseguição que haveriam de sofrer.

Foi uma exortação para que a igreja se mantivesse vigilante a atenta aos sinais anteriormente profetizados, não se deixando levar por seus próprios pensamentos ou raciocínios, mas sempre permanecendo fiéis à Palavra e atentos aos sinais descritos anteriormente. 

Não há necessidade alguma de inserir uma vinda sem sinais prévios para entender passagens como Mateus 24:44. O Salvador menciona apenas uma vinda (logo após a grande tribulação) e insta a Seus discípulos a estarem atentos a ela (Mateus 24:33).

Até mesmo o texto de Lucas 17:27 apontado por Hunt para sustentar seu raciocínio, na realidade, serve de sustentação para o descaso da maior parte da população diante dos eventos tribulacionais.

Vejamos: o dilúvio não ocorreu sem avisos prévios. Pelo contrário, todos ficaram informados do que haveria de ocorrer. Somente a construção visível de uma gigantesca embarcação, a entrada de centenas de animais nela, a pregação de Noé (II Pedro 2:5), são razões suficientes para sustentar que a população daquele tempo presenciou sinais inequívocos de que algo ocorreria.

O que fizeram? Preferiram permanecer em seus próprios prazeres e enganos, num cenário de maldade, manipulação demoníaca e interação com forças satânicas só comparáveis à tribulação.

Isso é exatamente o que ocorrerá durante a grande tribulação, de acordo com Apocalipse 16:9 e Apocalipse 13:8. Mais uma vez, a Palavra se explica sozinha, não necessitando de esquemas teológicos recentes e não conhecidos pelos irmãos primitivos para explicá-la...

HUNT: Sua vinda acontecerá num momento de condições normais, de prazer, de otimismo para o futuro. Tal como foi imediatamente antes do dilúvio, a ultima coisa que o mundo vai esperar será o julgamento de Deus.

Para que a vinda de Cristo seja sem aviso e pegue todos de surpresa, ela dever acontecer antes do tempo do grande desastre a que Jesus refere em Mateus 24. Ele vem antes de Deus derramar sua ira sobre a terra como descrito em Apocalipse.

Se não fosse assim, ele não poderia dizer que sua vinda aconteceria numa época semelhante à de Noé, logo antes do dilúvio.

Porém, com a mesma clareza, ele declara que voltaria depois desses horríveis desastres fazerem seu estrago horrível e depois da ira de Deus ter sido derramada por vários anos sobre essa terra.

Cristo afirma que essas catástrofes serão sinais para anunciar sua vinda... A contradição é inescapável : ele virá quando não houver sinais, mas virá depois que todos os sinais tiverem sido exibidos diante de um mundo aterrorizado, ele vem como um ladrão quando ninguém o espera, mas vem quando todos estarão esperando por ele.

PO: Concordamos com Hunt que, entre as pessoas, haverá um clima de esperança no futuro antes do arrebatamento. Porém, isso não requer um cenário pré-tribulacional, como o autor insinua.

Ao ler os momentos finais do relato apocalíptico referente à grande tribulação, vemos que o anticristo reunirá todos os exércitos do mundo contra Jerusalém no Armagedom (Apocalipse 16:13-14).

Que tipo de argumento ele usará senão o da paz, segurança e esperança num futuro melhor sem a existência de Israel? Se a população terrestre tivesse consciência do terrível julgamento que se aproxima, reuniriam todos os seus exércitos contra Jerusalém no Armagedom?

Referente à vinda do Senhor "sem avisos" e pegando todo mundo de surpresa, não encontramos suficiente base bíblica para acreditar nessa opção.

O Senhor Jesus utiliza o exemplo de Noé e do dilúvio para mostrar o descaso generalizado que haverá por ocasião de Sua vinda, mesmo diante de sinais inequívocos, como ocorreu na época do dilúvio, o que já vimos acima.

Hunt continua sustentando o que é biblicamente insustentável: que os sinais tribulacionais, com toda sua destruição, servirão para que todos percebam que a volta do Senhor ocorrerá nos próximos meses ou anos, quebrando toda noção de surpresa e iminência.

A Bíblia nos mostra o contrário: que os ímpios, em vez de se arrepender e perceber a proximidade de sua destruição, blasfemarão do Senhor e não se arrependerão devido ao engano satânico de grandes proporções da tribulação (Apocalipse 16:9, Mateus 24:24, II Tessalonicenses 2:9-11)!

A Bíblia nos mostra que cristãos, se não estiverem sob contínua vigilância, poderão ser enganados também! (Lucas 21:34-35, Mateus 25:1-13)

HUNT: Como é que Cristo pode voltar imediatamente depois de sinais inconfundíveis que tem como propósito anunciar a sua vinda – e ao mesmo tempo voltar com um ladrão à noite, quando poucos de seus próprios seguidores o estarão esperando?

Como pode Ele voltar "quando disserem: paz e segurança" (I Tessalonicenses 5.3) e ao mesmo tempo no meio do Armagedom, a guerra mais destrutiva que a terra jamais conheceu?

Como é que os crentes podem ser arrebatados da terra para céu para viverem eternamente com Cristo e ao mesmo tempo voltar com Ele do céu para executar juízo sobre a terra?

Como podem dos cenários tão contrários um ao outro serem igualmente verdadeiros? Só há uma resposta possível a essa pergunta.

Obviamente essas duas descrições diametralmente opostas de sua vinda não podem se referir ao mesmo evento.

PO: As Escrituras respondem à indagação de Hunt. O Senhor Jesus, logo após relacionar os eventos que antecederiam Sua volta, disse:

"Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço" (Lucas 21:34).

A própria Palavra se explica! Todos os avisos deixados pelo Senhor Jesus a respeito de Sua vinda como um ladrão na noite, devem ser entendidos de acordo com os parâmetros deixados pelo próprio Mestre em Lucas 21:34.

Ele virá como um ladrão para que não estiver atento aos sinais e em comunhão com Ele.

O apóstolo Paulo, já ciente dos sinais previamente profetizados por Cristo, ao escrever à igreja em Tessalônica, diz:

"Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como um ladrão, vos surpreenda" (I Tessalonicenses 5:4).

Ao juntar os princípios ensinados pelo Senhor Jesus e pelo apóstolo dos gentios, vemos que a única forma de ser "pego de surpresa" na vinda do Senhor Jesus é não estar atento aos sinais e em comunhão com o Senhor.

Tais pessoas, cristãs ou não, correrão o alto risco de serem enganadas durante a tribulação e, certamente, muitos o serão, despertando para a realidade tarde demais, num momento em que não houver mais volta.

Por exemplo, quem deixar que os cuidados da vida ocupem o lugar da vigilância, tenderá a receber o sinal besta, ainda mais se a inserção desse sinal vier acompanhada dos "conselhos" de seus líderes eclesiásticos.

Conselhos do tipo: "isso é só um método a mais de controle financeiro, não há problemas, é só uma nova tecnologia", ou "o arrebatamento ainda não ocorreu, então isso não pode ser o sinal da besta", ou até mesmo "nós, como cristãos, temos direito à prosperidade e ao melhor dessa terra, por isso não podemos abrir mão de ter o que precisamos", etc, etc...

Repetimos mais uma vez: o intuito do sermão profético proferido pelo Senhor é que os Seus discípulos não fossem enganados em meio às tribulações.

Para quem for enganado, a vinda do Senhor será temível como é a chegada abrupta de um ladrão. Os verdadeiros servos do Salvador o esperam constantemente e não serão surpreendidos de forma alguma. 

HUNT: Vimos que aquilo que os profetas do velho testamento disseram da vinda de Cristo não podia se encaixar num único período de tempo e num único acontecimento.

Assim, duas vindas do Messias seriam necessárias, embora os profetas não tivessem dito isso diretamente. Não havia desculpa para os contemporâneos de Cristo não terem percebido esse fato.

De igual modo é indesculpável que hoje não se perceba o que a bíblia diz sobre a sua volta não pode se encaixar nem mesmo referencial de tempo nem num único evento. Deve haver duas vindas distintas de Cristo, ambas ainda futuras, que ocorrerão em dois períodos de tempo distintos.

Não há outra maneira possível de reconciliar as afirmações das escrituras sobre a segunda vinda de Cristo que seriam, de outra forma contraditória. Segundo as palavras do próprio Cristo, as condições na terra por ocasião de uma das vindas serão exatamente opostas as de sua outra vinda.

PO: Mais uma vez, o argumento de Hunt assume uma posição delicada. Ele afirma que é necessário, para entender o fato da volta do Senhor ser num momento inesperado e como um ladrão para muitos, colocar no futuro profético 2 voltas de Cristo, uma imediatamente antes da tribulação e outra logo após a tribulação.

Mas, será que é isso que a Palavra afirma? Não! Pelo contrário, a Bíblia afirma que "...Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar o pecado de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação" (Hebreus 9:28).

A revelação apocalíptica indica que "todo olho o verá", quando Ele vier com as nuvens, inclusive aqueles que o traspassaram (Apocalipse1:7), confirmando a Palavra deixada aos discípulos no momento da ascenção:

"...Esse Jesus que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir" (Atos 1:11)

Uma evento visível e no Monte das Oliveiras, o que aponta para Sua vinda gloriosa logo após a grande tribulação (Mateus 24:29-31, Zacarias 14:4).

Não cremos que a comparação feita entre a necessidade das 2 vindas do Senhor (como Redentor, há aproximadamente 2.000 anos, e como Rei no final dos tempos) e seu desconhecimento por parte da maior parte das pessoas nos tempos de Jesus, seja válida para justificar a necessidade de 2 vindas Dele no futuro.

Em primeiro lugar, há profecias claras que apontam para o sofrimento, sacrifício, humilhação e morte do Messias (Isaias 53:1-10, Daniel 9:26), enquanto outras profecias apontam para Sua aparição como Rei e Senhor, destruindo Seus inimigos e instaurando Seu reino (Zacarias 14:1-21, Zacarias 12:10, Isaias 2:1-4, Miquéias 4:1-4).

Porém, quando olhamos para as profecias concernentes à volta do Senhor, não há nenhuma passagem que aponte para essa diferença de momentos.

Os textos que apontam para a vinda inesperada de Cristo para muitos podem ser explicados sem a necessidade de inserir uma vinda pré-tribulacional, a qual não consta em nenhuma sentença bíblica e não era esperada pelos nossos irmãos primitivos.

HUNT: Não há como combinar num só evento e numa única ocasião o arrebatamento extático de todos os crentes para o céu com a descida de Cristo e de todos os crentes do céu para resgatar Israel na campanha de Armagedom.

A segunda vinda ocorre depois da incrível devastação da terra, chamada de a grande tribulação, que a bíblia prediz para aquela época.

O arrebatamento ocorre antes da grande tribulação. Todo o mundo saberá que a segunda vinda estará preste a acontecer. Nenhum dos descrentes, e bem poucos crentes, estarão esperando o arrebatamento quando ele acontecer.

PO: Mais uma vez torna-se necessário repetir que, biblicamente, as pessoas só perceberão que a vinda de Cristo está próxima, logo após os últimos sinais descritos por Ele, os quais, de acordo com o próprio Mestre, ocorrerão logo após a grande tribulação e não durante a tribulação (Mateus 24:29, Apocalipse 6:12-17, Joel 2:31).

Portanto, biblicamente, a afirmação de que "todo mundo saberá o que está preste a acontecer" não se aplica ao período tribulacional (quando quase todo o mundo estará sob o engano das falas promessas e explicações da besta).

Conseqüentemente, usando a Palavra, a razão principal para sustentar a necessidade de um arrebatamento pré-tribulacional, fica sem base.

As pessoas só perceberão a falsidade da besta e a iminência da volta gloriosa do Senhor Jesus, quando no céu, escuro pela ausência do brilho do sol, lua e estrelas, aparecer o sinal do Filho do homem, do oriente ao ocidente (Mateus 24:27,30).

Compare as palavras do Ungido em Mateus 24:27-31, com as profecias de Lucas 21:25-27, para perceber que são eventos que ocorrerão logo após a grande tribulação e que antecedem o Dia do Senhor (o glorioso dia de Sua volta).

No texto de Lucas, o Salvador esclarece quando as pessoas perceberão (já tarde demais) a proximidade de Sua vinda:

"E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória" (Lucas 21:25-27)

HUNT: A segunda vinda, que é o evento culminante da grande tribulação, ocorrerá em meio à batalha de Armagedom. Os exércitos do mundo terão conquistado boa parte de Israel e estarão atacando maciçamente a Jerusalém.

Estarão em busca do que Hitler denominou "a solução definitiva do problema judeu" – o extermínio violento de todo israelense e provavelmente de todos os Judeus do planeta (Zacarias 12).

Ameaçado com destruição total, Israel, desesperado, sem dúvida retaliará com armas nucleares. Toda a raça humana –na verdade toda a vida deste planeta - correrá o risco de aniquilamento à medida que esse duelo nuclear aumentar em intensidade.

Cristo se referiu a esses momentos com estas palavras solenes: "não tivessem aqueles dias abreviados, ninguém seria salvo" (Mateus 24.22). Ele terá que intervir, não apenas para salvar Israel, mas para preservar a própria vida no planeta terra.

PO: Já que fala constantemente de "contradições" quando se refere à esperança numa única vinda de Cristo, o próprio Hunt se contradiz aqui neste argumento.

Gostaríamos de saber como milhões de pessoas, vendo os sinais apocalípticos acontecendo bem diante de seu nariz, vendo o anticristo agir e vendo o sinal da besta em seus próprios corpos, concordarão em marchar em massa contra Jerusalém no Armagedom...

Não seria mais lógico que, diante dos sinais tribulacionais, essas pessoas percebessem a proximidade da volta do Messias???

É isso que vimos sustentando durante esse tópico! Não se faz necessário inserir uma suposta vinda oculta do Senhor logo antes da tribulação, já que os sinais que antecedem Sua única vinda não serão percebidos pela grande maioria durante o período tribulacional. Serão vistos, porém não entendidos...

O profeta Daniel, ao referir-se à grande tribulação, revela que apenas os sábios entenderão: "Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão" (Daniel 12:10)

HUNT: Claramente o arrebatamento e a segunda vinda precisam ser dois acontecimentos distintos. A segunda vinda, que vai ocorrer no fim da grande tribulação e em meio ao Armagedom não surpreenderá ninguém.

O arrebatamento, que vai ocorrer num tempo de complacência e normalidade, pegará de surpresa o mundo e uma igreja adormecida. Milhões de crentes – e provavelmente todos os bebes- desaparecerão subitamente da terra, mas o mundo não saberá como ou porque.

Os que ficarem aqui não acreditarão que Cristo arrebatou aqueles que desapareceram e os levou para a casa de seu pai no céu.

PO: Gostaríamos de saber onde está revelado isso dentro do plano profético do Altíssimo para a humanidade e porque aqueles que adoram a besta e blasfemam do Eterno durante a grande tribulação, confiando na besta e seu engano (Apocalipse 13:8-Apocalipse 16:9, Mateus 24:24, II Tessalonicenses 2:9-10), de repente, são surpreendidos e ficam desesperados, diante da iminência do grande Dia do Senhor (Apocalipse 6:12:17)...

HUNT: Não estamos apenas afirmando que o arrebatamento (a vinda de Cristo para os seus santos) acontecerá primeiro, sendo seguido sete anos depois pela segunda vinda (a vinda de Cristo com os seus santos para Israel).

Mas também estamos estabelecendo o fato de que não haverá sinais para ao arrebatamento, que não haverá qualquer aviso de que ele esta preste a acontecer. Os sinais ficam todos para a segunda vinda.

Quando Cristo voltar secretamente para arrebatar os seus santos para o céu, o mundo estará vivendo em prazer e complacência, aparentemente a caminho de resolver seus problemas ecológicos e estabelecer uma paz internacional duradoura.

Qualquer menção sobre o arrebatamento será amplamente ridicularizada. Bem poucos crentes estarão aguardando esse evento a tanto prometido, embora essa devesse ser a sua esperança.

Pode-se afirmar que tal já é a atitude geral, mesmo nas igrejas evangélicas mais conservadoras. Quantos estão ansiosamente vigiando e ansiando que Cristo os leve para o céu?

PO: Entre a esperança apontada por Hunt e aquela ensinada pelo Senhor Jesus, ficamos com a última. Hunt espera um encontro com o Senhor "a qualquer momento" e "sem sinais prévios".

Por outro lado, o Mestre nos insta a observar todos os sinais profetizados por Ele próprio para que não sejamos enganados em meio a falsos profetas e falsos cristos e que, quando todos esses sinais fossem vistos (vivenciados), então Sua vinda estaria "próxima, às portas" (Mateus 24:33).

O apóstolo Paulo, ao contrário do que Dave Hunt afirma, coloca 2 grandes sinais que antecederão nosso encontro com o Senhor Jesus: a apostasia e a revelação do anticristo (II Tessalonicenses 2:1-3).

Não ridicularizamos o arrebatamento. Pelo contrário, para nós é a bem-aventurada esperança que deve haver no coração de quem ama o Senhor. Porém, de quem seria maior essa esperança pelo arrebatamento?

De cristãos que vivem comodamente, chegam ao templo em carros caros para participarem de reuniões em salas suntuosas com poltronas confortáveis e ar condicionado e que disputam altos cargos no âmbito social e político?

Ou será que a esperança pela vinda do Senhor e o arrebatamento ficaria mais profunda num contexto de perseguição, martírio e tribulação? Estariam todos os cristãos dispostos a mudar radicalmente seu modo de vida, abrindo mão de toda sua inserção social por amor a Cristo?

Cremos que essa pergunta precisa ser respondida antes saber o porquê a esperança pelo arrebatamento já não arde em muitos corações na atualidade.

Quando lemos Tito 2:13 e o contexto no qual ele estava inserido quando recebeu a carta do apóstolo Paulo, vemos que tal contexto não se encaixa com a realidade atual.

Paulo e Tito, a exemplo de toda a igreja em sua época, eram duramente perseguidos e corriam risco de morte constantemente. Para eles, o encontro com o Senhor lhes traria alívio da tribulação em que viviam (II Tessalonicenses 1:7-10).

HUNT: Não pode haver dúvida que o cenário está sendo montado e que a cortina está prestes a se abrir para o drama final da historia humana, os atores principais, incluindo o anticristo, esperam junto ao palco, ansiosos por cumprirem seus papeis. Na verdade, eles os desempenharão precisamente como os profetas haviam predito.

O ato final, chamado "o Dia do Senhor" (I Tessalonicenses 5.2) deve começar com o arrebatamento, pois aquele acontecimento é apresentado como um ladrão na noite.

A segunda vinda não pode marcar o começo do "Dia do Senhor", pois ela não será surpresa para ninguém.É essencial entender que todos os sinais oferecidos pela Bíblia se referem à segunda vinda.

Nenhum sinal precede o arrebatamento. Ele só pode ser identificado com aquela vinda, a que acontecerá sem qualquer aviso, quando o mundo e a maioria dos crentes menos o esperarem. A terra inteira será modifica depois daquele evento. O arrebatamento poderia acontecer a qualquer instante. Sempre foi assim.

PO: Mais uma vez vemos discrepâncias entre o que foi ensinado pelo Mestre e o que é afirmado por Hunt. Como pode ele sustentar que "nenhum sinal precede o arrebamento", se o apóstolo Paulo (em estreira submissão à revelação de Jesus em Mateus 24:12-15) fornece 2 grandes sinais que antecederão nosso encontro com Cristo? (II Tessalonicenses 2:1-3).

Seguindo o modelo pré-tribulacionista, Hunt afirma que o Dia do Senhor abrange toda a tribulação, começando pelo arrebatamento e se estendendo até a volta do Senhor em glória.

Porém, quando comparamos passagens como as de Joel 2:31, Isaias 13:4-6 e Mateus 24:29, vemos que o Senhor Jesus coloca o Dia do Senhor profetizado por vários profetas como um evento que ocorrerá logo após a grande tribulação, o qual será precedido por alguns sinais cósmicos (sol e lua escurecendo e estrelas e poderes dos céus sendo abalados).

É esse dia que devemos esperar e não outro. Nesse dia apenas o Senhor será adorado e todos os ídolos serão desfeitos (Isaias 2:10-22), o que não se encaixa de forma alguma com o período tribulacional em si, no qual a maior parte da população mundial adorará a besta e a sua imagem (Apocalipse 13:1-18).

HUNT: A igreja adormecida de nossos dias, afundando-se cada vez mais na apostasia, é uma das principais marcas da proximidade da volta de Cristo. Os sinais da segunda vinda vão ganhando corpo, e o arrebatamento deve preceder esse outro por sete anos. Certamente falta-nos pouco tempo.

PO: Neste ponto, concordamos em parte com Hunt. Grande parte da igreja está adormecida. Não somente adormecida para o arrebatamento, mas também, devido à ampla difusão do pré-tribulacionismo a partir do século XIX, adormecida para a possibilidade da realidade tribulacional.

O Salvador não prometeu isentar Seus discípulos da grande tribulação. Ele não pediu ao Pai que fôssemos tirados do mundo, mas que fôssemos guardados (protegidos) do mal (João 17:15).

Apesar de ter sustentado em todo o seu estudo que o arrebatamento ocorrerá "sem sinais prévios", a própria apostasia apontada por Hunt já é um sinal que, de acordo com o Senhor, antecederá Sua gloriosa vinda logo após a grande tribulação (Mateus 24:12).

Logo após, o Mestre relata a abominação desoladora, quando o anticristo se assentará em Jerusalém, sendo adorado por muitos (Mateus 24:12).

O apóstolo Paulo, em estreita submissão ao ensinamento do Senhor, ensina aos tessalonicenses que a volta do Senhor será precedida por esses mesmos sinais principais: a apostasia e a revelação do anticristo (II Tessalonicenses 2:1-3).

A igreja primitiva esperava a volta do Senhor Jesus como uma bem-aventurada esperança em meio ao sofrimento, perseguição e tribulação. Eles não tinham qualquer noção ou ensinamento a respeito de um rapto secreto anterior à tribulação.

É assim que temos que esperar nosso encontro com o Senhor. De acordo com a Sua Palavra e não de acordo com modelos teológicos surgidos nos últimos séculos.

Em Cristo,

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